A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 05/06/2020
Para Foucault, “corpo dócil” é aquele que pode ser moldado, manipulado e aprimorado. Nesse contexto, há forças e poderes que disciplinam os indivíduos. Sendo assim, a tecnologia está sendo um agente disciplinante, a qual age no combate à criminalidade e acelera a resolução de casos policiais.
Em primeira análise, para o pensador McLuhan, a globalização proporcionou a formação da “Aldeia Global” através das inovações tecnológicas e “internet”, tal fato encurtou distâncias entre pessoas, Estados e Países. Consoante a isso, a criminalidade também aumentou, porém, a tecnologia está sendo usada para o bem maior da sociedade. Ademais, softwares e hardwares estão sendo programados para combater delitos cibernéticos, para que, então, a modernidade aplicada à comunicação não seja nefasta.
Em segunda análise, para Foucault, o poder domina saberes e discursos, e com o controle dos indivíduos conseguente, costumes e maneira de pensar, este fator legitima a soberania e a obediência da massa. Com isso, a “internet” como novo mecanismo de poder está fazendo com que ocorrências e casos policiais sejam rapidamente resolvidos. Não só como na instalação de câmeras nas vias públicas como também no melhor reconhecimento de placas e rostos de pessoas envolvidas com a violação das leis.
Dessa forma, a tecnologia no combate à criminalidade, portanto, deve ser reforçada. Logo, o Ministério da Segurança Pública, deverá investir cinco por cento do capital atribuído dos impostos em incentivos para que lugares com grande criminalidade sejam equipados com inovações tecnológicas, com câmeras em seus bairros e maquinas de reconhecimento facial. Junto a isso, o mesmo agente político deverá subsidiar a criação de um aplicativo cidadão para sejam feitas denúncias e estas ganhem mais velocidade nos registros da polícia. A qual deve ganhar um aumento em sua quantidade de agentes capacitados, para que então as inovações sejam cada vez mais aplicadas ao combate eficiente de crimes.