A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/06/2020
Na concepção do cientista Albert Einstein, tornou-se óbvio que a tecnologia excedeu à humanidade, ou seja, desenvolve-la, em prol do bem estar do cidadão, tornou-se um fim relegado. Sob tal ótica, embasa-se a exorbitante criminalidade contemporânea, que custa de eficácia, individual e tecnológica, em seu combate. Visto que, tanto a falsa sensação de segurança dos indivíduos, quanto os baixos recursos por parte dos municípios, culminam no prorrogamento desse desígnio tecnológico crucial. Nessa perspectiva, à confiança depositada pelos brasileiros nos sistemas de segurança existentes, pode coloca-los em situações perigosas, visto que, não são confiáveis e os indivíduos não estão hábeis para identificar e lidar com ações criminosas. Prova disso, é a teoria do sociólogo Antônio Cândido, o qual afirma que o cidadão hodierno vive uma contradição humana, ou seja, encontra-se concomitantemente nos auges da racionalidade técnica e da barbárie. Portanto, a falta da informação, que a tecnologia sozinha encontra-se no mesmo patamar que os riscos corridos pelos indivíduos, faz com que o comodismo, que gera a carência de conhecimento, exponha-os.
Vale ressaltar ainda, que os municípios não possuem capital suficiente para suprir o custo inicial da modernização de equipamentos, visando o combate ao crime. Entretanto, de acordo o escritor italiano, Antonio Amurri, enquanto as formas de criminalidade forem mais organizadas que as formas de combate às mesmas, será de extrema dificuldade cessa-las. Dessa maneira, fica claro que é preciso ser feito um esforço conjunto entre órgãos governamentais, e não governamentais, para superar essa estagnação e as agencias policiais terem seu trabalho agilizado e facilitado por tecnologias de ponta. Isso permitirá prestar um auxílio cada vez maior aos cidadãos, visto que, após o investimento inicial a manutenção será muito menos custosa e haverá diminuição gradativa das injúrias persistentes.
Em síntese, diante do uso da tecnologia no combate à criminalidade no Brasil, é necessário aliar medidas preventivas, por parte dos indivíduos, com à alta tecnologia empregada aos estados para que os índices de inteligência superem os de barbárie. Isso deve ser feito por meio de um projeto do Ministério da Educação, onde, inicialmente, supra a carência de informação que os cidadãos têm, sobre as diversas situações de risco que se expõem, sendo mostrada por profissionais, como psicólogos e policiais, em redes sociais e comerciais de TV, casos que podem ocorrer, ou relatos de vítimas e como lidar com essa situação. Ademais, é preciso contratar doutores em finanças e uso de tecnologia policial para elaborar um plano que una municípios, governo federal e comunidades, em prol da aplicação eficiente das ciências modernas, visando à defesa eficiente da individualidade. Por fim, dentro da concepção Einsteniana, tornar-se-á óbvio que a tecnologia trabalha a favor da humanidade.