A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 05/06/2020

A criminalidade brasileira está intimamente ligada às questão de violência urbana e, por mais que o olhar humano seja importante no combate ao crime, ele não é suficiente para evitá-lo. Por isso, a adesão de ferramentas tecnológicas é essencial para intervir no crescimento desse problema social e, também, para prevenir que outras formas de infrações se perpetuem no país.

É possível notar, de início, que muitas ruas das grandes cidades são supervisionadas pelo controle externo de batalhões da polícia militar, os quais não conseguem ser totalmente eficientes no combate ao crime urbano. Essa realidade se torna diferente quando o trabalho desses profissionais é aliado às diversas tecnologias atuais, o que pode ser provado por dados disponibilizados pelo jornal Folha de São Paulo, que mostra uma diminuição de cerca de 70% dos delitos em locais que adotaram essas ferramentas. Isso ocorre, principalmente, porque é criada uma rede de segurança pública muito mais ampla e pontual, já que, com a ajuda de câmeras, alarmes, drones e outros, a apuração de dados pode ser arquivada em sistemas que mapeiem os tipos de crimes por gravidade e quantidade em cada local.

Além disso, é válido analisar, ainda, que, segundo o site do G1, os crimes em aeroportos do Brasil estão crescendo em números alarmantes e como esses locais permitem a entrada de produtos e pessoas de vários lugares do mundo, é necessário impedir que esses dados aumentem ainda mais. Nessa lógica, a tecnologia é essencial para evitar o fenômeno do terrorismo e o tráfico de drogas em vários países, como os Estados Unidos, o qual permite experimentar novas ferramentas de combate à criminalidade e agir de maneira preventiva para garantir a segurança da população, além de ser, também, um exemplo no combate aos cyberataques - crimes comuns na era virtual -, uma vez que, constantemente, conseguem se defender do ataque de hackers.

É necessário, portanto, que, para melhorar o combate à criminalidade no país, o governo, por meio do Ministério da Segurança, utilize o dinheiro público da maneira correta, investido em projetos que agreguem, cada vez mais, ferramentas tecnológicas na batalha contra os crimes urbanos, como a criação de aplicativos de smartphones, os quais possam disponibilizar mapas que pontuem as infrações em tempo real, a fim de alertar a população as localidades mais perigosas. Por fim, os donos de empresas particulares de segurança terceirizada devem criar contatos com empresas americanas para agregar experiências e novos instrumentos tecnológicos que ajudem a prevenir crimes mais graves, principalmente em aeroportos, para que, assim, a população brasileira possa usufruir do direito à segurança, previsto na Constituição Cidadã, da maneira correta.