A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 01/06/2020
Na série “vis a vis”, reproduzida pela netlfix, detentas se comunicam com o exterior e recebem drogas com auxílio de drones. Fora da ficção, o uso tecnológico por parte dos criminosos torna-se cada vez mais comum. É sob esse viés que, no que tange à área criminalística, a tecnologia se sobressai como uma ótima colaboradora no combate ao crime. Dessa forma, a inteligência de ponta deve ser usada como aliada na atuação policial e como coadjuvante da segurança pública.
Em primeira análise, é imprescendível o uso da tecnologia como aliada ao trabalho dos agentes da segurança pública, a exemplo disso tem-se o sistema “G-seg”, o qual está em fase de teste e tem como intuito auxiliar o serviço policial no controle de informações ao crime organizado. Desse modo, o sistema permite mapear as ocorrências registradas e relacionar os indivíduos atuantes à sua organização criminosa. É sob esse viés que torna-se imprescendível a capacitação desses profissionais da seguridade para agir em conjunto com as inovações e inteligência em prol da sociedade e no combate à criminalidade. Portanto, é fundamental o investimento do Estado em ferramentas tecnológicas adequadas visando a melhora do atual sistema inoperante.
Ademais, a tecnologia deve ser usada como coadjuvante do sistema de proteção aos cidadãos, projetos como o “Em frente, Brasil”, que buscam melhorar a infraestrutura digital para facilitar a integração e análise de dados relacionados à segurança pública devem ter maiores investimentos. Isso porque ferramentas tecnológicas, como câmeras de videomonitoramento e aparelhos de reconhecimento facial são estratégias fundamentais para diminuir a atual criminalidade, sobretudo em áreas alto fluxo de pessoas, pois nesses locais somente a atuação policial se torna ineficaz. Nessa perspectiva, a implementação de inovações digitais e inteligência de ponta ajudará a melhorar a seguridade social bem como facilitar o trabalho dos agentes.
À luz dessas constatações acerca na tecnologia no combate ao crime, portanto, cabe ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública capacitar seus profissionais para trabalharem com auxílio de materiais tecnológicos. Isso por intermédio da disponibilização de cursos, rápidos e práticos, repassados por profissionais na área de segurança artificial aos agentes públicos. Ademais, o Governo Federal deve investir maior capital público na formulação e implementação de projetos como o “G-seg” e o “Em frente, Brasil” por todo território brasileiro. Isso por intermédio da criação de centrais de video monitoramento, com a ajuda dos estudantes de centros universitários, e reconhecimento facial . Visando, desse modo, a maior integração da inteligência de ponta no sistema criminalístico, além da melhor atuação policial e seguraridade da população.