A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 04/06/2020

Chama-se de tecnologia o conjunto de técnicas criadas para resolver ou criar algo; atualmente a palavra está ligeiramente associada a métodos modernos e complexos de desenvolvimento social. Com isso, uma das áreas sociais que há pesquisa para a criação desses sistemas é das seguranças pública e privada, uma vez que as sociedades continuam muito violentas e seus combatentes deve atingir um nível de sofisticação à altura. Dessa forma, a tecnologia no combate à criminalidade é necessária, tanto no desenvolvimento de novos mecanismos de justiça como na maior carência em países emergentes.

A priori, a criação de softwares e sistemas de informação iniciam uma nova maneira de fazer justiça ou de melhorar a segurança de locais; estas sistematizações complexas podem facilitar a busca por conclusões ou ser introduzido à pesquisa de crimes cibernéticos (como a pedofilia on-line). Uma fase revolucionária foi a criação de mecanismos de acesso à determinados ambientes, por exemplo: na década de 1960, a International Business Machines Corporation (IBM) criou para o governo estadunidense o cartão com fita magnética, para acessos limitados a locais de prédios do Estado, com o passar dos anos, todos os bancos, empresas e escolas passaram a aderir a tecnologia a fim de aumentar a segurança das instituições e dos membros.

Outrossim, desde meados da década de 1950 os sistemas de segurança foram aumentando o nível da oferta de segurança, com o surgimento de câmeras de vigilância e cartões de acesso, por exemplo. Obviamente, com o desenvolvimento de técnicas mais sofisticadas, essas ferramentas também foram se atualizadas e se tornam cada vez mais eficientes no combate à criminalidade; infelizmente, na maioria dos países a violência é um fator crônico e nesses locais que, geralmente não têm tanto acesso à tecnologia de ponta, torna-se cada vez mais complicado lidar com esse problema. Assim, pode-se analisar que como a tecnologia está positivamente relacionada à eficiência do combate à violência e como o pouco acesso de países subdesenvolvidos potencializa o status quo dotado de transgressões.

Em suma, para usar de tecnologias no combate à criminalidade, as universidades brasileiras precisam investir em “high-tech” (alta tecnologia), por meio de ofertas maiores de iniciação científica nos cursos de engenharias com pesquisas voltadas às seguranças pública e privada, a fim de tornar o mercado nacional concorrente na área do mercado global e tornar a sociedade brasileira mais eficiente na luta contra a violência. Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) precisa mapear os locais mais perigosos, com o auxílio do governo local e de países do G7, a fim de tornar o país melhor qualificado em termos de desenvolvimento de combate às organizações criminosas.