A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 31/05/2020
Nos últimos tempos, o Brasil tem promovido alguns debates acerca da tecnologia no combate à criminalidade. Nessas discussões, há a concepção de que esse problema tem sido provocado devido à negligência estatal e inércia de parte da sociedade civil. Nesse prima, é importante analisar essa questão no país.
Diante disso, nota-se que o poder público se demonstra negligente ao não garantir a segurança de todos os indivíduos. Isso porque, existe uma deficiência no processo de investimento em empresas de monitoramento, para que os artefatos de inteligência sejam mais baratos, uma vez que, muitas pessoas não tem condições financeiras de arcar com os custos da segurança, usando tecnologia em suas residência ou bairros, com isso muitos indivíduos, ficam desprotegidos e vulneráveis. Sendo, assim, verifica-se que o Estado não tem assegurado o bem-estar de todos os cidadãos, isso demonstra uma ruptura no contrato social idealizado pelo filósofo Jonh Locke.
Também, pontua-se que falta adotar uma postura cidadã diante da falta do uso da tecnologia no combate à criminalidade. Como prova disso, verifica-se a inércia da população em não lutar por assistência, visto que, são as pessoas quem mais correm riscos nas ruas, no trabalho e até mesmo em casa por falta de um direito essencial a todos. Tomando as reflexões do pensador político Alexis de Tocqueville para explicar esse cenário, constata-se que, em virtude da cultura do egocentrismo as pessoas têm se esquivado de suas responsabilidades comunitárias para lutar por seus direitos.
Convém, portanto, ressaltar que a deficiência da tecnologia no combate a criminalidade deve ser superada. Logo, é necessário exigir ao Estado mediante debates em audiências públicas, que as empresas especializadas em segurança tecnológica, tenham seus preços amenizados, objetivando o acesso para todos os cidadãos, dessa forma, muitos irão adquirir e a criminalidade será combatida.