A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 05/06/2020

Segundo a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito a segurança. Na realidade brasileira, um dos artifícios que auxiliam no cumprimento dessa lei é a tecnologia, pois ampliam a igualdade de julgamento e ajudam a desvendar casos de vítimas fatais sem testemunhas. Nessa linha de raciocínio, ela é uma ferramenta que ajuda no combate a criminalidade.

Primeiramente, é válido analisar que, no Brasil colonial, quando se tratava de um crime era a palavra dos envolvidos que resolvia o caso. Esse critério não era imparcial, aqueles com maior status social e pele branca , por explicações naturalistas preconceituosas, normalmente eram inocentados quando em relação ao grupo menos abastado e negro. Na contemporaneidade,  o avanço da tecnologia de monitoramento, tal qual de identificação de delitos amenizou o problema supracitado. Isso ocorreu  por causa do uso de sistemas de vídeo públicos, privados e do uso de material forense. Entretanto, a qualidade do sistema em uso hoje, no país em questão, não é tão preciso. Um argumento favorável a afirmativa anterior é o contínuo do alto índice de criminalidade na referida sociedade. Segundo dado vinculado a Organização das Nações Unidas,  a nação se encontra em nono lugar das com maior quantidade de infrações.

Outrossim, os livros de Sherlock Holmes e a série CSI expressam a resolução de assassinatos em épocas diferentes, além de exporem os avanços nas formas de investigação dos casos durante os quase dois séculos de intervalo entre a primeira e a segunda obras anteriormente listadas. Nessa linha de pensamento, o avanço tecnológico melhora a probabilidade de identificar e punir o culpado, mesmo que não hajam testemunhas.

Portanto é necessária uma parceria entre a mídia informativa e Organizações não Governamentais para formular e disseminar uma campanha que  vise maximizar a funcionalidade da tecnologia no combate a criminalidade. Isso só será possível por meio de comerciais que usem a exemplificação de voluntários vítimas do crime em questão para comover a população sobre a importância do uso desse artifício, assim como cobrar do Estado investimento em pesquisa, desenvolvimento e dispersão de sistemas de vigilância, tal qual forense.