A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 01/06/2020
Segundo o inventor Steve Jobs, a tecnologia move o mundo e isso deixa claro as consequências que ela tem na sociedade, como o seu crescente uso no combate à criminalidade, uma vez que apenas o uso da força humana não basta, prova disso é o constante uso de câmeras de segurança em investigações. Com base nesse viés, é imprescindível analisar os desafios da falta de verbas para a aprimoramento desse recurso e a sua importância da sua aplicação na comunidade.
Em primeira análise, é necessária a compreensão de que, ao contrário de outros países, no Brasil, os bandidos possuem um alto alcance à tecnologia, enquanto que a polícia não recebe verbas para manter o mesmo nível de recursos. Em contrapartida, cabe mencionar o atentado da Maratona de Boston, em 2013, quando a polícia, em poucas horas, descobriu e prendeu os responsáveis por esse crime. Isso só foi possível devido à uma câmera de circuito fechado de uma das lojas da rua e pelo fato da polícia possuir equipamentos tão bons que se equiparam aos dos criminosos. Ademais, com a escassez de recursos, o Estado não cumpre com o seu dever de garantir segurança dos cidadãos, como dito na é dito na Constituição Cidadã de 1988 - “a população tem direito à segurança e liberdade”.
Em segunda análise, de acordo com o escritor Antônio Cândido, o ser humano usa de sua máxima racionalidade técnica ao usar a tecnologia como um bem na sociedade. Nessa perspectiva, diante da crise da segurança pública e nacional, o governo passou a investir mais em algumas áreas. Tendo como exemplo disso, o uso de raio-x nos aeroportos para obter uma imagem do interior das bagagens para identificar armas, drogas e outras coisas. Além disso, já é utilizado pelas autoridades, drones que ajudam no mapeamento e na fiscalização de criminosos em comunidades, e nas entradas e saídas das fronteiras, uma vez que é difícil o monitoramento a pé.
Destarte, faz-se mister que o Estado forneça cursos profissionalizantes de graça para policiais e pessoas que trabalham como seguranças. É necessário também, que invistam em tecnologias como sistemas de segurança por vídeo-vigilância que monitorem 24 horas por dia, drones com reconhecimento facial, entre outras coisas que agreguem ao combate da criminalidade. Outrossim, é fundamental que o Estado promova mais concursos para haver uma maior quantidade de policiais nas ruas, para que exista uma maior segurança, a fim de cumprir o que está na constituição cidadã de 1988.