A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 13/06/2020

Observando o universo do super-herói “Batman”, Bruce Wayne investe intensamente em equipamentos tecnológicos com o intuito de combater a criminalidade, a qual é subjugada graças a eles. Assim também, aliada a instituição policial, enfrentam as transgressões ocorrentes em “Gotham City”, mantendo a segurança social e patrimonial. Em contraste a este cenário, a realidade brasileira atual apresenta crescente associação com a tecnologia como câmeras e sensores de movimento. Contudo, o investimento no setor de segurança pública é precário, dificultando maior interação da instituição com o meio tecnológico.

Primeiramente, vale ressaltar a importância dos efeitos que o mundo globalizado gera a todas as áreas que envolve a humanidade. Segundo Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”. Certamente, com a crescente globalização, os crimes também aumentam, não somente na quantidade de casos, mas também a variação das infrações. No entanto, já não é suficiente e eficaz apenas o uso da força humana, é necessário utilizar as inovações tecnológicas para o combate à criminalidade. Outrossim, é a precariedade de investimentos à qualificação e treinamento dos policiais e agentes de segurança envolvidos, uma vez que muitos dos profissionais apresentam impasses mediante ao uso de tais ferramentas.

Por conseguinte, levando-se em consideração os dados apresentados por uma pesquisa feita pelo site de notícias G1, o Brasil é o décimo primeiro país mais inseguro do mundo. Posto isto, é evidente que o direito humano à segurança e bem-estar social é deteriorado pelo Estado, contrariando a Constituição Cidadã de 1988. Entretanto, ao passo que a falha ocorre por parte da instituição estatal, cabe às pessoas arcarem com os custos para se manterem protegidas. Ainda assim, por mais que a função seja apresentada ao setor público de segurança, é dever de todos os cidadãos aspirarem pela diminuição da criminalidade. Para que assim, tenha-se uma sociedade integrada.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, cabe aos Governos administrar uma maior parte do PIB para o Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovações em conjunto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que poderá investir e potencializar as inovações tecnológicas para monitorar áreas públicas de maior movimentação, facilitando nas investigações da criminalidade. Ademais, o Estado por meio do MEC, deve abrir mais concursos públicos para policiais se qualificarem no uso dos equipamentos tecnológicos e demonstrarem segurança para população. Assim, a sociedade não precisará de super-heróis para combater a criminalidade, pois terá a tecnologia como sua maior aliada.