A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 16/06/2020

Conforme Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Similarmente a esse pensamento, nota-se que a tecnologia possui papel fundamental nos avanços de equipamentos e serviços nas mais diversas áreas. Evidentemente, a segurança foi beneficiada com os mais inteligentes aparelhos e aprimoramento de serviços, fazendo assim com que muitas pessoas sintam-se “seguras”, ainda que não seja tão efetivos de fato. Nesse contexto, a falta de investimentos nesse setor caracteriza como o principal entrave, além da falta de qualificação necessária.

Ademais, o Papa João Paulo II diz que, “A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida e a liberdade do ser humano”. De fato, apesar dos avanços tecnológicos já produzidos, é necessária a monitoração para garantir a efetiva função dos equipamentos. Entretanto, em muitos casos, a falta de qualificação profissional frente aos aparelhos tornam-os ineficientes. Em consequência disso, surge a falsa sensação de segurança.

Outrossim, o filósofo Friedrich Hegel afirma que, a luz, é a ausência de trevas, mas na pura luz se vê tão pouco quanto na pura escuridão. Do mesmo modo, a falta de recursos nesse setor da Segurança Pública ocasiona a escuridão para os diversos tipos de violência. Além disso, é necessária a integração dos setores sociais no combate à criminalidade, e não deixar esse ofício somente ao Estado, mesmo que este seja o principal articulador.

Destarte, é plausível que medidas sejam adotadas para reverter essa problemática. Para isso, o Ministério da Segurança Pública, principal órgão responsável pela segurança no país, deve criar cursos de qualificação para os profissionais envolvidos na segurança. Assim como, a criação de projetos com maior investimento para esse setor, com equipamentos modernos, bem como, projetos de integração com a sociedade e demais órgãos sociais. Dessa forma, a Segurança Pública será com efeito eficiente. Logo, a tecnologia apontada por Jobs poder-se-á mover o mundo.