A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 08/06/2020

Com a eclosão da Terceira Revolução Industrial na metade do século XX, os investimentos nos setores da tecnologia e pesquisa aumentaram exponencialmente, ocasionando, deste modo, maiores avanços no design de aparelhos eletrônicos e um maior fluxo de informações. Nesse contexto, a ascensão dos níveis de acessibilidade da tecnologia, influenciou além dos setores industriais, o setor relacionado à manutenção da segurança. Porém, a segurança aplicada por  aparelhos eletrônicos apesar de se constituir em um bom sistema, apresenta falhas e não é um procedimento viável em países subdesenvolvidos que precisam optar por outras ramificações.

Mormente, ao avaliar a influência exercida pela tecnologia na sociedade hodierna, nota-se que consequente à globalização, as nações majoritariamente fazem uso de sistemas que permitem o maior fluxo de informações. Em relação à isso, os sistemas modernos de segurança têm sido amplamente difundidos. Porém, os países históricamente segregados e subdesenvolvidos não possuem as condições necessárias para o implemento destes sistemas que geralmente são caros. Dessa forma, podem apresentar maiores índices de criminalidade, uma vez que os sistemas apresentam boa eficiência. Portanto, os aparelhos servem como um ferramenta que auxilia no combate à criminalidade, e nos países onde não são viáveis outras formas de monitoração são aplicadas.

Paralelo à isso, cabe ressaltar que os aparelhos apesar de apresentarem alta eficácia, não garantem a segurança em sua totalidade. Portanto , é necessário que sejam realizadas manutenções periódicas e o monitoriamento regular por um especialista. Tais medidas são fundamentais pois podem ocorrer burlamentos e invasões ao sistema de segurança adotado, ocasionando, deste modo falhas no sistema e asseguração de uma falsa sensação de segurança ao consumidor.

Desse modo, depreende-se que a tecnologia é uma ferramenta eficaz no combate à criminalidade porém, negligencia os países subdesenvolvidos por se constituir em projetos de alto custo. Torna-se imperativo, portanto, que em países subdesenvolvidos como o Brasil, o Estado na figura do Poder Executivo propicie maiores investimentos na área da segurança com a finalidade de garantir deste modo, maior aplicabilidade dos sistemas de monitoriamento e consequentemente elevar os índices de segurança pública e atenuar os índices de criminalidade. Sob tal perspectiva, o Brasil, assim como os outros países serão mais seguros e assegurarão para a população maior qualidade de vida.