A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 08/06/2020

Após as Revoluções Industriais no século XVIII, a tecnologia passou a ser fundamental em todas as áreas, inclusive na segurança. Isso se evidencia no alto número de crimes que são evitados com o uso dos meios tecnológicos, como também a facilidade de reconhecer autores de práticas ilegais por meio da química forense.

Em primeira instância, é fundamental ressaltar que a tecnologia não substitui as atitudes preventivas, mas é uma grande aliada contra a criminalidade. Exemplo disso, foi a redação dos delitos no Sertãozinho, São Paulo, segundo o jornal O Globo, a queda foi de 26% no ano de 2017, em que câmeras de segurança foram instaladas por toda cidade. Nesse viés, percebe-se que o conhecimento científico e sua aplicabilidade evita que as infrações e atos ilegais se perpetuem. Ademais, com o sistema de vídeo monitoramento a impunidade é minimizada, tendo em vista que há fiscalização é 24 horas por dia. Consequentemente, a população fica mais tranquila e segura.

Outrossim, convém relacionar ainda a aplicação dos conhecimentos da química e toxicologia no campo judicial. Nesse sentido, a resolução de crimes pela detecção de sangue, impressões digitais, pegadas deixadas pelo suspeito, torna viável. Se por um lado a criminalidade utiliza aparatos tecnológicos, por outro, o combate a eles também tem se adaptado a esse novo cenário. No entanto, há a necessidade de um maior investimento do setor público em políticas de seguranças. Logo, todo o tecido social sentirá protegido, pois será cumprido o que diz o documento jurídico mais importante do país, a Constituição Brasileira de 1988, que garante segurança pública a todos os cidadãos.

Fica claro, portanto, o quão importante é o uso das inovações tecnológicas para auxiliar no combate aos crimes, porém, o investimento ainda é escasso. Cabe ao Governo investir em políticas públicas voltadas a segurança, instalando câmeras e setores de monitoramento por toda cidade, em consonância com a população que pode ajudar nesse processo de colocar câmeras nas casas e centros comerciais. Além do mais, o uso de vários outros mecanismos, como sistemas de controle de acesso, reconhecimento facial, portarias automatizadas, só assim terá o máximo proveito dos recursos disponíveis.