A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 05/06/2020
Segundo o escritor Nagib Anderáos Neto, a única arma capaz de combater a violência é a inteligência. Nesse sentido, a tecnologia tem demonstrado excelente progresso no combate a criminalidade. No entanto, problemas ainda são pertinentes, uma vez que nem toda região tem acesso a tecnologia, além de alguns não aceitar bem essa nova realidade.
Em primeiro plano, o acesso a tecnologia ainda é uma realidade distante de algumas realidades mais pobres. Consoante Aristóteles no seu livro ´´Ética a Nicômaco``, a política serve para garantir a felicidade dos cidadãos, logo se verifica que a oferta não apenas de tecnologia como também de segurança não é uma realidade em muitas regiões periféricas no Brasil, fazendo os direitos permanecerem apenas no papel e aplicados de forma desproporcinal ao contexto da sociedade.
Outrossim, a difícil aceitação de alguns é um problema que torna ainda menos eficiente o ingresso da tecnologia na sociedade. Tristemente, a existência de resistência a esse novo meio de combater a violência é fruto de um pensamento mais arcaico, de que possa existir maneiras de facilitar um trabalho tão preciso. Todavia, segundo o pensador e ativista francês Michel Foucault, é preciso mostrar as pessoas que elas são mais livres do que pensam para quebrar pensamentos errôneos construídos em outros momentos históricos.
Entende-se, portanto, que a ineficiência da tecnologia no aprimoramento de segurança pública é problema que deve ser resolvido. Assim, cabe ao Estado realizar um incentivo para que prefeituras e a própria população possa adquirir equipamentos, como câmera de segurança e alarmes. Por meio de incentivos fiscais ou até mesmo anulando impostos de produtos que ajudem na segurança pública, a fim de que a criminalidade seja um fator que diminua igualmente em todos os contextos.