A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 03/06/2020
Segundo Émilie Durkheim, a sociedade é como um corpo humano sendo necessário o funcionamento de diversos fatores para que haja perfeita harmonia. Nesta perspectiva, é possível compreender que a segurança é um desses componentes que garantem estabilidade ao coletivo. Entretanto, no Brasil, devido à falta de investimentos tecnológicos, aliados a ela, este direito não se concretiza na prática, ocasionando na persistência de crimes no país. Portanto, é fundamental que as autoridades analisam este problema e resolva, para que a população caminhe com prosperidade como idealiza Durkheim.
Em primeira análise, é indubitável compreender que é dever do governo democrático disponibilizar ações aos cidadãos. Para isso, Rousseau defende que é de responsabilidade do Estado servir a todos os indivíduos, através de medidas capazes de garantir uma harmonia. Neste sentido, é possível analisar que, em face da segurança, o papel do Governo seria investir em tecnologias que auxiliariam o trabalho dos agentes no combate à criminalidade. No entanto, o que se observa na prática, não condiz com a defesa do filósofo, o que é inaceitável acontecer, uma vez que o país é regido pela democracia, e os projetos carecem de serem direcionados ao bem do povo.
Em segunda análise, é de suma importância ressaltar que as modernizações nos aparatos investigativos, otimizam, frequentemente, o êxito na solução dos crimes. Por esse ângulo, uma notícia fornecida pela “BBC News”, afirma que aplicações tecnológicas na segurança de Nova York, causaram, desde 1951, o menor índice de crimes. Diante disso, percebe-se que é fulcral a associação de técnicas inovadoras com recursos policiais, para que haja um combate à violência. Dessa maneira, pode-se admitir que, no Brasil, assim como nos Estados Unidos, a taxa na criminalidade pode diminuir, caso haja investimento em mecanismos, combatendo um dos infortúnios que mais persiste no país.
Destarte, é necessário criar elementos que proporcionam equilíbrio à sociedade. Logo, o Ministério da Segurança Pública, o qual é responsável por garantir o direito de segurança aos cidadãos, e o Ministério da Ciência, tecnologia, Inovações e Comunicações, que é incumbido de desenvolver políticas de informática e automação, devem juntos, direcionar capital, por meio das Prefeituras Municipais, as quais irão instalar postes com câmeras em todos os bairros da cidade, a fim de monitorar a dinâmica nas ruas e fiscalizar os crimes, caso aconteça. Além disso, aqueles Órgãos devem direcionar cursos profissionalizantes, por meio dos postos de polícia, onde os profissionais terão aulas de como operar as máquinas, aperfeiçoando e distribuindo as funções, para que os delitos sejam resolvidos da melhor forma e combatidos de uma maneira mais eficiente. Posto isso, o corpo social tornar-se-á saudável, tal qual um corpo humano em perfeito funcionamento.