A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/06/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação, transporte, alimentação e sobretudo à segurança. Diante disso, a segurança aliada à tecnologia tem se mostrado muito eficaz no combate à criminalidade, uma vez que aliada a ação humana, pode reconhecer pessoas, gravar acontecimentos e salvar vidas. Entretanto, devido à falta de investimentos para obter esses recursos tecnológicos, bem como a carência de treinamentos para que os profissionais neste âmbito saibam operá-los, são os principais impasses.          Primeiramente, a grande dificuldade está na falta de recursos públicos destinados a este setor, uma vez que os equipamentos tecnológicos de alta segurança são importados, e em razão disso são muito caros. Ademais, os impostos embutidos em cada unidade faz com que o valor de uma grande remessa seja, muitas das vezes, impagável para a maioria dos países, já que são comprados em grandes quantidades, tais como, câmeras, drones e alarmes.

Além disso, faz-se necessário salientar a carência de fundos destinados a treinamentos para os profissionais de segurança, uma vez que a inteligência artificial mostra-se mais eficaz aliada a humana, pois de nada adiantará ter grandes recursos se esses não puderem ser operados de forma correta. Diante disso, o que impede a situação de ser resolvida é a escassez de subsídios alocados neste campo por parte das esferas do governo federal.

Portanto, medidas são necessárias para resolver este empecilho. Cabe a Receita Federal, investir uma maior parcela dos impostos arrecadados na compra de equipamentos tecnológicos de alta segurança, assim como instituir treinamentos práticos em bases de segurança remota, por meio de subsídios do governo, com o intuito de unir a inteligência artificial e humana, a fim de reduzir a criminalidade no Brasil. Só assim, o que consta no texto constitucional dos direitos humanos será plenamente cumprido.