A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 10/06/2020
Na obra “1984”, do autor George Orwell, retrata um romance distópico, onde tudo é controlado pelo “Grande Irmão”, em prol do descender do comunismo. Nesta, a vigilância é minuciosa, tendo o auxílio da tecnologia, para que nada, nem ninguém se revolte contra o líder, e sua forma de governo. Porém, trazendo para o plano real, aparelhos tecnológicos vêm auxiliando o homem a controlar, sobretudo no combate a criminalidade, seja em guerras, como na segurança e nos planejamentos para um futuro próximo. Fazem-se necessário investimentos gradativos para um desenvolver da tecnologia, refletindo numa segura condição de vida.
Convém ressaltar, em primeiro plano, a ajuda que utensílios tecnológicos fornecem em ameaças de guerrilhas, favorecendo sobretudo a população. Nesse sentido, o filósofo Francis Bacon, afirma que a tecnologia não só auxilia o homem para aumentar conhecimento, mas também para melhorar a sua qualidade de vida. Seguindo essa linha de raciocínio, com o intuito de desvendar a criptografia nazista alemã, Alan Turing inventou uma máquina que resultou na vitória da Segunda Guerra Mundial, onde no mais tardar se transformou no computador. Com isso, ao investir em aparelhos tecnológicos e aprimorá-los constantemente, o resultado será de uma maior proteção contra a criminalidade.
Vale comentar, em segundo plano, que a Constituição de 1988 assegura o direito da segurança, para todos os habitantes do país. Partindo disso, a ciência é uma grande aliada para promover a veracidade disto, como garante Steve Jobs, fundador da Apple, “A tecnologia move o mundo”. Entretanto, a realidade a qual o Brasil enfrenta, garante uma mudança somente àqueles detentores de um alto poder aquisitivo, ou seja, uma melhor mudança a qual esta iria fornecer é privatizada. Fazendo referência, Gilberto Dimenstein, na obra Cidadãos de Papel, enfatiza que por mais assegurados que sejam aos direitos da Constituição, estes não saem do papel. Sendo assim, uma boa parte dos brasileiros não estão propícios à proteção.
Torna-se evidente, portanto, que aparelhos tecnológicos servem de alicerce para uma maior segurança, pois apresentam uma fiscalização mais precisa. Em contra partida, isto não é acessível devidamente para todos os cidadãos brasileiros, e sim aos mais ricos. Dessa forma, cabem aos entes públicos junto do Ministério da Ciência,Tecnologia e Comunicação, não só investir num aprimoramento, mas também proporciona-la a todos, com instalações de câmeras de segurança nas ruas de periferias, monitoradas devidamente por órgãos fiscalizadores. Para que a fiscalização tecnológica precisa, saia das páginas distópicas e passe a ser a realidade protetora para os brasileiros.