A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 16/06/2020
A revolução técnico científico possibilitou avanços sociais importantes no campo da informática durante o século vinte. No entanto, quando se trata de reconhecimento facial ou rastreamento de pessoas, os recursos são insuficientes, uma vez que no estado de São Paulo ocorre um alto índice de furtos e roubos com aparelhos tecnológicos e também residências. Diante disso, muitas vezes as delegacias virtuais não conseguem encontrar os responsáveis pelos delitos. A vista disso, por mais que existiam disques denúncias para corrigirem os problemas, a demanda de atendimento não é propicio em relação a quantidade de caso que ocorre no estado. Dessa forma, é preciso que organizações privadas com parcerias ao governo desenvolva metodologias mais rigorosas com o objetivo de combater à criminalidade.
Em primeiro lugar, criminosos especialistas em furtos de celulares se infiltram em blocos de carnavais para extorquir os aparelhos dos indivíduos. Sob tal óptica, de acordo com o portal O GLOBO, nos últimos desfiles da capital paulistana aconteceu casos de violências com os sujeitos que frequentavam os eventos, tendo como consequência, o linchamento de pessoas de tentavam revidar as ações dos bandidos, já que é a única opção de tentar recuperar o dispositivo seria enfrentando os transgressores.
Nesse sentido, segundo o departamento de investigações criminais, foram registrados 6452 casos de roubos em domicílios e condomínios no centro de São Paulo. Por isso, fica plausíveis que as segurança tecnológica não está suprindo as necessidades de prevenirem os assaltos, visto a falta de mecanismos que consiga decodificar nitidamente a identificação dos assaltantes. Consequentemente, verifica-se riscos nas vidas dos moradores onde pode ocorrer agressividade mediante aos residentes no ato.
Portanto, Percebe-se a necessidade das delegacias eletrônicas ampliar os recursos no combate à criminalidade do estado. Deve-se sobrevir, por meio de colaborações das empresas privadas e os agentes públicos de justiça com programas de seguranças. Em primeiro lugar, nas ocorrências de furtos é essencial reforçar a escuta eletrônica do aparelho, tendo a possibilidade de localização mesmo com a bateria ou chip removidos. Em segundo lugar, nos sucedidos fatos de roubos de residências, é primordial fortalecer os sistemas de câmaras e sensores de alarmes silencioso na qual consiste em acionarem os moradores e a polícia em ocasiões de invasões; Além de acrescentarem ferramentas que permitem aos agentes públicos agilidade para antecipar os crimes nos casos de suspeitas, por exemplo, reconhecer movimentos estranhos de pessoas, ou seja, na multidão dos desfiles ou pessoas analisando técnicas de adentrar os condomínios. Para então, minimizar os crimes e promover uma sociedade mais segura que, de acordo com o Filósofo Thomas Hobbes, é o dever do estado.