A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/06/2020
A segunda revolução industrial promoveu o surgimento de novas tecnologias capazes de facilitar as relações de trabalho entre o homem e a máquina. Em seguida, o ínterim entre o século XIX e XX foi marcado pelo aumento da criminalidade e posterior déficit do sistema de segurança pública, adentrando ao século XXI. Entretanto, pouco se produziu para amalgamar ciência e segurança, seja pelo avanço da espionagem ou pela falta de preparo destinado aos profissionais que utilizam-as, contrário a muitos países que investiram e conseguiram conter o avanço criminal. Logo, a eficiência tecnológica é um fator preponderante para combater a criminalidade nos tempos atuais.
Primordialmente, durante a corrida tecnológica da Guerra Fria, muitos progressos foram barrados pelas potência por serem considerados agressivos e poderosos, podendo ser utilizados como espionagem -invasão de privacidade- entre a polarização capitalista e socialista. Com efeito, o passar do tempo foi movido pela mesma ideia de que todo avanço expressivo poderia ser monitorado e até mesmo interrompido pelas liberdades individuais. Portanto, não é o que observa-se na prática; os estados e municípios que aderiram à inovação tecnológica para combater injustiças criminais, obtiveram sucesso e relativo avanço no combate ao crime sem sofrerem sanções de poder superior.
Ademais, de acordo com dados das Nações Unidas, países como Noruega, Suíça e Cingapura conseguiram eliminar muitos casos de roubos, furtos e ameaças, em primeiro lugar, por sustentarem-se com base na técnica. Além disso, todos os processos de treinamentos e profissionalizações passaram por reformulações de acordo com a necessidade de obter sucesso por meio da capacitação psíquica, científica e rígida dos profissionais de segurança pública. Como consequência, esses países são exemplos no combate aos delitos e deveriam ser utilizados como modelos para países como o Brasil, em que os casos de homicídios crescem vertiginosamente todos os dias conforme mostram as mídias sociais.
Diante disso, fica evidente o poder das tecnologias para controlar as atrocidades. Assim, as instituições governamentais dos países, estados e municípios são os precursores da mudança que beneficiará toda a população mundial. Seguramente, algumas ações podem ser adotadas, como o investimento em novos equipamentos de segurança tecnológica, a empregabilidade de mais pessoas qualificadas e o treinamento qualificado para que os profissionais se tornem mais eficientes no controle das máquinas e diminuam os erros que possam custar caro para os afetados. O atual século XXI pode ser o espelho de um século XXII com mais harmonia em todos os países do planeta.