A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 06/06/2020
O advento da internet durante a Guerra Fria, a chamada Arpanet, veio da necessidade de privacidade e segurança nas trocas de informações. Hodiernamente, apesar de sua finalidade ter-se modificado, as profundas camadas da internet permanecem, possibilitando seu uso indevido para práticas de crimes. Assim, traz a necessidade em investimentos em tecnologia para atuar na segurança pública, e também, a preparação adequada de profissionais para seu manuseamento.
A priori, para a tecnologia ser eficaz em combate à criminalidade é obrigatório o investimento. Já que a criação e evolução tecnológica ajuda a solução de crimes complexos, como por exemplo, o surgimento do exame de DNA, nos anos 80, que auxiliou as reaberturas de casos arquivados. Em tal caso, a tecnologia entra como ajuda necessária, ultrapassando os limites humanos, devido a isso, é imprescindível haver recursos para pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos.
Entretanto, apenas os investimentos em equipamentos não permitirão sua alta performance para a segurança. Por ser a tecnologia um auxílio às táticas humanas, os profissionais que dela vão se utilizar, como policiais, devem ser treinados, visto que, o mau uso pode atrapalhar e não auxiliar como esperado. Dessa forma, agentes policiais capacitados, com equipamentos modernos, terão tempo poupado em investigações e até mesmo proteção aos agentes.
Portanto, é entendível que a tecnologia não facilita apenas a segurança, mas também a criminalidade, dessa maneira é inevitável o seu desenvolvimento para o combate de crimes. Logo, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto aos estados e municípios, investir em pesquisas, sejam em universidades federais e estaduais ou empresas privadas, para o desenvolvimento tecnológico, juntamente com cursos preparatórios e modernizados destinados aos policiais. Deste modo, manter a privacidade e segurança de cada indivíduo, além do online.