A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 09/06/2020

Ao longo do processo de formação da sociedade, a tecnologia consolidou-se como parte do cotidiano em várias áreas civis. No final do século XX, a internet, por exemplo, já era formulada como um meio de facilitar a comunicação global. Porém, hodiernamente, a tecnologia para fins criminais, apesar de mostrar uma grande eficiência, ainda carrega barreiras para eficácia. Isso porque a ausência de investimentos tecnológicos e ignorância civil garantem um entrave.

Em primeiro plano, é lícito mencionar que precariedade tecnológica brasileira, é consequência do deságio de políticas públicas. Nesse aspecto, Abraham lincoln proferiu várias críticas ao sistema político no geral. Ademais, ele julgava que a políticas deveria agir como aliada do corpo civil. Posto isso, é fato que carência da tecnologia implica o ideal defendido por Lincoln. Logo, não uma agregação eficaz de atitudes políticas voltadas ao rumo tecnológico que vise ajudar a combater a criminalidade.

Em segundo plano, é de conhecimento público que o país apresenta uma forte escassez na sua infraestrutura tecnológica. Lamentável, a ignorância coletiva é um agrave que legitima esse óbice. Pois, não um conjunto de ações ou manifestos por parte da sociedade para reduzir esse fator. No entanto, conforme Hipátia -filosofa neoplatônica grega do Egito Romano-, é preciso compreender as circunstâncias que estão ao redor, a fim de entender melhor, o que há mais além. Assim, a compreensão poderá despertar interesse social o que é fundamental para alargar o uso da tecnologia no setor criminal.

Portanto, diante dos desafios supramencionados, é necessária a ação simultânea do Governo e da sociedade para mitigá-los. Nessa esfera, assiste ao poder público, na imagem do Ministério Público, criar parcerias com as mídias virtuais e televisas, a fim de desenvolver campanhas por meio de anúncios, vídeos, palestras e debates. Desse modo, a pátria conseguirá garantir a eficácia total da tecnologia no combate ao crime.