A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 15/06/2020
A tecnologia quando discutida na sociedade revela seus pontos positivos e negativos, mas quando essa discussão é vinculada com o combate da criminalidade, os pontos são bastante positivos. Com tudo, a falta de investimento em tecnologia de ponta em órgãos públicos e a recorrente falsificação dos produtos tecnológicos dificulta o seu uso contra a criminalidade.
A segurança publica é dever do Estado perante a sua sociedade, porém, no Brasil essa segurança tende a ser ineficaz, o que aumenta a criminalidade no país. Com isso, é notório que o Estado necessita de ferramentas tecnológicas adequadas ao combate ao crime, porém a falta de investimentos em tecnologia no setor publico, como na segurança, dificulta esse combate. Com isso, de encontro com esse pensamento, Michel Foucault, com a teoria do “Pan-óptica”, ressalta a importância da vigilância para a manutenção do comportamento moral dos indivíduos, uma vez que a ideia de observação e a posterior punição para atos imorais resguardaria tal ocorrência. Essa questão assume contornos específicos no Brasil, onde existem poucos recursos financeiros direcionados para a segurança, visto isso, fica evidente a necessidade de se investir em tecnologias para diminuir a criminalidade.
Como visto anteriormente é dever do Estado garantir que os cidadãos estejam seguros mas ao falharem na sua parte do contrato, cabe às pessoas arcarem com os custos para se manterem protegidas. Sendo assim, as pessoas recorrem a tecnologia que cabe no seu orçamento e muita das vezes utilizam tecnologia sem precedente ou falsificadas e em decorrência da má qualidade do investimento - não pode dele advir bons frutos - o resultado em geral, é baixo ou nulo. Como conseguinte a esse fato, a tecnologia que devia proteger e diminuir a criminalidade, não cumpri com seu objetivo.
Portanto, é imprescindíveis ações que visem aumentar o uso de tecnologia contra a criminalidade no Brasil. Nessa lógica, urge que o Estado, através de politicas publicas, aumentem os investimentos em tecnologia voltada a segurança publica, de modo que o bem-estar social e a segurança dos brasileiros cresce. Ademais, cabe ao Governo Federal junto as mídias transmitir propagandas a fim de informar a população o perigo de recorrer a tecnologia falsificada, uma vez que não apresenta bons resultados.