A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 16/06/2020
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o segundo país com maior índice de criminalidade da américa do sul, abaixo apenas da Venezuela. Diante de dado, tecnologias voltadas para o combate de atividades ilícitas poderiama ajudar a mitigar essa problemática. Contudo, empecilhos como as desigualdades sociais somado a negligência governamental em em relação as universidades colocam esses mecânismos de proteção fora do alcance de muitas pessoas.
Mormente, a alta concentração de renda presente no Brasil impossibilita que alguns grupos tenham acesso a essas tecnologias. O filme “Uma Noite de Crimes” mostra uma visão distópica dos Estados Unidos onde, durante um período de 12 horas, todos os crimes são legalizados. Nesse sentido, a maioria das pessoas ricas as quais tinham acesso aos aparelhos de proteção, passavam a noite com maior tranquilidade, enquanto as pobres estavam no epicentro da violência. Apesar de ser uma obra ficcional, é um fato indiscutível que as desigualdades socioeconômicas estão presente em todos os países. Sob essa óptica, No Brasil é nítido que a maioria dos crimes se encontram principalmente em zonas períficas, onde se tem pessoas marginalizadas pela sociedade , isso ocore por conta da baixa escolaridade desses indivíduos, em razão da carência de escolas públicas nesses locais. Destarte, são nessas regiões em que se devem concentrar os investimentos do Ministério da Segurança Pública com aplicação de tecnologia de ponta, mas por ser algo caro, a aplicação dos recursos não é ocasionada.
Em segundo plano, o descaso do Estado em relação as universidades e tecnopolos influênciam de forma negativa esse imbróglio. Um dos fatores que tornam essas tecnologias caras é poque são importadas de outros paises. O Brasil tem dificuldades de desenvolver seus meios de proteção, em razão dos cortes de gastos em educação e pesquisa como o ocorrido em 2019. A consequencia disso é a chamada " fuga de cerébros" sendo caracterizada pela saída de cientistas brasileiros para o exterior a fim de terminar seus estudos. Desse modo, países como a China utilizam de brasileiros para produzir tecnologia de combate ao crime e a vende sob elevados preços para o Brasil.
Portanto, subterfúgios devem ser criados para que essa problemática seja solucionada. Logo, é fulcral que o Ministério da Educação, aliado ao Ministério da Segurança Pública, por meio de um planejamento econômico, destine verbas, principalmente, aos tecnopolos para que os pesquisadores possam desenvolver tecnologias com intuito de proteger a população e favorecer orgãos de investigação como a polícia federal. Ademais, por ser um projeto nacional e não depender de empresas estrangeiras a tecnologia poderia ser disponibilizada a um custo baixo para a população e vendido para o exterior. Dessa forma, pode-se inibir os índices alarmante de criminalidade mostrados pela ONU.