A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 13/06/2020
Em plena época contemporânea, os filmes e peças teatrais são usados para difundir pensamentos, idéias e desconfortos sociais. A exemplo disso, pode-se citar o filme Robocop, onde relata de forma direta à união da tecnologia com a lei, na luta contra a criminalidade. Nesse ínterim, segurança e justiça veem-se cada vez mais inseparáveis da tecnologia. À vista disso, a questão em combate torna-se mais presente no país, sendo um ato que precisa ser debatido.
É dever da tecnologia além do avanço social, proporcional segurança igualitária. Segundo à revista Isto É, nos últimos anos vem aumentando o número de casos não solucionados, desses, 70% envolve pessoas de regiões periféricas. Nesse âmbito, percebe-se que desconformidades na distribuição de recursos dificultam a solução. Destarte, é de suma importância impedir à criminalidade tão quanto difundir os avanços tecnológicos para tal.
Outrossim, configura-se peça elementar no xadrez social para expandir a segurança nacional. Visto que, agiliza resoluções, exterioriza ações obscuras, contribuem para a diminuição de casos criminosos em redes sociais e averiguam a movimentação de carros, motos e pessoas suspeitas. Dessa forma, adicionam-se aos fatores supracitados caracteres tendentes ao desenvolvimento.
Portanto, medidas são necessárias para beneficiar o combate. Assim, faz-se necessário que o Ministério da Tecnologia e Ciências implante câmeras em rodoviárias, aeroportos, locais de alta circulação além, de lugares com alto índice de criminalidade, com o objetivo de averiguar suspeitos com maior facilidade e ter o controle na segurança social. Ao Ministério da Justiça e Segurança fica a responsabilidade de colocar em prática à utilização de robôs em redes sociais com a finalidade de diminuir a número de estupros, pornografia infantil, invasão de privacidade entre outros. Por fim, cabe ao Ministério da Economia possibilitar concursos para ocupar as vagas dos responsáveis por controlar os sistemas.