A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 11/06/2020
Na constituição cidadã elaborada em 1988, no artigo 144 é estabelecido que a segurança pública é dever do Estado brasileiro. Contudo, a ininterrupção da criminalidade perante nossa sociedade e ausência de tecnologia ostentam uma realidade não tangível. À vista disso, é substancial uma comunicação entre autoridade administrativa e o social, visando à introdução da tecnologia no combate à criminalidade.
Primordialmente, a educação é imprescindível para a modificação de uma nação, os países que valorizam a filosofia moral, cumprimento de leis e praticam a cidadania, como efeito, desenvolvem-se tecnologicamente. Posto isso, em harmonia com o acadêmico de Direito, Matheus Peixoto “A polícia é segurança pública, porém segurança pública não é polícia”. Deduz-se, então, o fato de que a seguridade da população detém de problemas como a negligência do Governo em relação ao ensino e de políticas públicas. Fatores esse que facilitariam a implementação da ciência tecnológica para atenuar a constante transgressão de leis.
Ademais, faz-se mister, notabilizar que em concordância com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil ocupa a nona posição da economia mundial. Entretanto, o país é desprovido de infraestrutura e há mais de 323 bilhões de dólares de dívidas externas, apontado pelo Banco Central. Todas estas razões influenciam para o aumento da criminalidade e diminuição do investimento em recursos tecnológicos. Diante disso, é crucial transformações no âmbito sócio-econômico e cultural da sociedade.
Interfere-se, portanto, que ainda há empecilhos para assegurar-se a solidificação de políticas que objetivem à construção de um quadro melhor. Logo, o ministério da economia, chefiado por Paulo Guedes, juntamente com a assembleia legislativa, devem regulamentar leis e propostas para desburocratizar processos, a fim de alavancar a economia. Para então, haver mais aplicação de capital destinados a recursos tecnológicos, para o combate a criminalidade ser mais eficiente. Somente assim, o Brasil tornar-se-á uma nação livre de tais transtornos.