A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 14/06/2020

“Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade.”, a citação de cientista Albert Einstein retrata bem o cotidiano, uma vez que, sem a tecnologia a ação humana tem maiores dificuldades. Partindo desse pressuposto, nota-se que a realidade brasileira se difere da realidade sugerida pelo cientista, posto que falta tecnologia para combater a criminalidade. Desse modo, a falta de verba para o investimento e a ausência de especialização dos policiais acarretam tal problema.

É relevante enfatizar, em primeiro lugar, que a falta de investimento na segurança dificulta a atividade contra o crime em diversos países. Isso ocorre porque, na sociedade em que vivemos há uma disparidade econômica muito grande entre as nações, inviabilizando a compra de equipamento tecnológicos para algumas, já que possuem um custo muito alto, mesmo sendo necessário para a melhoria na luta contra os delitos. Nesse caso, enquanto, por exemplo, nos Estados Unidos é usado detector de tiros conhecido como “shotspotter”, em outros países não há recursos. Dessa forma, a sociedade se ver menos segura em relação aos criminosos.

Atrelado a falta de recursos, a falta de especialização também está relacionada à esse desajuste da tecnologia na segurança pública. Isso acontece, devido a escassez de equipamentos nos departamentos de segurança, impossibilitando o treinamento e aprimoramento desses meios, haja visto que, pode ser útil na resolução de casos. Como, por exemplo, na série La casa de papel, quando os policiais hackeiam a câmera dos celulares e descobrem a identidade de um dos assaltantes, levando a desvendar mais uma pessoa. Logo, tal despreparo impede que a melhoria e a eficacia da ação dos agentes.

Fica claro, portanto, que a falta de dinheiro e preparação para o uso da tecnologia são empecilhos no combate ao crime. Nesse sentido, os líderes dos países devem fazer um acordos que disponibilizem equipamentos por um preço acessível, assim, ajudando na melhoria contra as transgressões. Ademais, o Ministério de Segurança Pública tem que assumir o compromisso de oferecer aos guardas cursos básicos de informática, a fim de serem qualificados para agir em conjunto com a tecnologia. Assim, a sociedade se encaixaria no pensamento de Albert Einstein.