A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 15/06/2020
O custo para ser protegido.
Promulgada em 1988, a Constituição “Cidadã” garante a todos o direito à segurança e bem estar social, entretanto, a falta de investimentos perante os Estados para com o uso de tecnologias e a defasagem na capacitação para o manuseio correto e total aproveitamento dos novos itens na segurança nacional; são grandes entraves para o país.
Em primeira análise, os aparelhos eletrônicos usados no combate à criminalidade possuem alto custo de instalação e manutenção, fazendo com que a verba necessária para a adesão em um país continental como o Brasil é bastante elevada. Esse problema faz a modernização da segurança pública não ser prioridade devido a condição emergente encontrada.
Além disso, quando um sistema já possui essa integração entre a tecnologia e os profissionais, a primeira não é usada em seu melhor desempenho, uma vez que não foram ministrados curso capacitantes para ensinar os usuários, a fim de deixar de ser só mais um botão a ser apertado. Com isso, a população não está gozando plenamente de seus direitos, muitas vezes tendo que recorrer ao serviço privado algo que é garantido por lei, mas sem grandes eficiências para todos.
Em suma, para que a tecnologia seja favorável no combate à criminalidade no Brasil, o Ministério da Segurança Pública deve criar um programa de âmbito nacional para que, em fases, todos os Estados sejam contemplados com as tecnologias. Essas, aliadas aos profissionais (capacitados também pelo programa de forma gratuita ou, no mínimo, acessível) prestem um serviço melhor diante dessa problemática, garantindo a segurança da população e assim, seu bem estar social previsto na Constituição Federal vigente.