A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 14/06/2020

Na obra “Utupia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela a ausência de problemas e conflitos. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a tecnologia no combate à criminalidade apresenta barreiras, as quais dificultam os planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de capital para aumentar a segurança, quanto da ineficiência do governo em buscar melhorar a problemática no país. Diante disso, é fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno fundamento da sociedade.

Primeiramente, é essencial pontuar à falta de capital para aumentar a segurança deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobles, o estudo é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, muitos bairros, principalmente os mais pobres não há segurança, enfrentam problemas diariamente como, não ter acesso à educação de qualidade, dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transportes e saneamento básico; esses lugares dificilmente terão a tecnologia para combater a criminalidade. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a ineficiência do governo em buscar soluções como promotor do problema. Segundo o Anúncio Brasileiro de Segurança Pública de 2016, o Brasil gasta 1,5% do PIB com a segurança pública. Partindo desse pressuposto tem-se evidenciado, principalmente, a conduta por parte do Estado em não tomar providências para que esse cenário não torne a se repetir.

Assim, medidas exequíveis são necessárias  para conter o avanço da problemática na sociedade. Dessarte, com o intuito de mitigar à falta de capital para aumentar a segurança, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCIIC), será revertido em aumentar a proteção contra a criminalidade no Brasil, por meio da criação de postos de vigilâncias com todo suporte para se manterem em pleno funcionamento. Dese modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da falta de capital para aumentar a segurança e coletividade alcançará a Utopia de More.