A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 14/06/2020
O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão do uso da tecnologia no combate à criminalidade. Nesse sentido, diante de uma sociedade instável e temerária que mescla conflitos nas esferas falta de infraestrutura e falta de investimentos, analisar seriamente as raízes e os frutos dessa problemática é medida que se faz imediata.
É indubitável, nesse contexto, que a questão da falta de infraestrutura esteja entre as causas do problema. De acordo com dados do Tesouro Nacional, atualmente o investimento em infraestrutura é baixo e configura-se como o menor em 10 anos. No entanto, sem infraestrutura não há como atuar na questão da tecnologia no combate à criminalidade, que encontra-se de forma precária. Assim, a priorização do dinheiro público em outros setores ou demandas atua como forte empecilho na intervenção do problema, dificultando sua resolução.
Em segunda análise, a falta de investimentos apresenta-se como outro fator que influencia na dificuldade de efetivação do problema. Sabe-se que a base de uma sociedade capitalista é o capital, como explicam filósofos como Marx. Nesse sentido, para serem resolvidos problemas dentro do contexto capitalista, faz-se necessário investimentos financeiros. No entanto, há uma lacuna de investimentos na questão apontada, que tem sido negligenciada, o que torna sua solução mais difícil de ser alcançada.
Por tudo isso, faz-se uma intervenção pontual no problema. Depreende-se, portanto, que os governos estaduais, em parceria com as prefeituras, passem a focalizar o investimento em infraestrutura para questões urgentes, como o uso da tecnologia no combate à criminalidade. Havendo este maior direcionamento de verba, a infraestrutura do espaço público pode ser melhorada a qual passarão a usufruir mais intensamente do espaço público sem receio. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de um Brasil melhor.
Em segunda análise, o/a ARGUMENTO 2 apresenta-se como outro fator que influencia na dificuldade de efetivação da/do TEMA.
Por tudo isso, faz-se necessária uma intervenção pontual no problema. Depreende-se, portanto,
.Por fim, é preciso que a sociedade canarinha supere o TEMA com mais empatia, pois, como descreveu o poeta Leminki: ‘’em mim, eu vejo o outro".