A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 16/06/2020
A Revolução Técnico-Científico-Informacional iniciou na segunda metade do século XX e é caracterizada pelo avanço tecnológico, de modo que tal progresso modifica e facilita a dinâmica mundial. Nessa perspectiva, é notória que, no Brasil contemporâneo, o combate à criminalidade é um fator que pode ser facilitado com o uso tecnológico. No entanto, é necessário enfrentar empecilhos como a falta de investimento em inteligências artificiais e a banalização da criminalidade.
A priori, o desenvolvimento tecnológico necessita de investimentos adequados para criar, cada vez mais, maneiras eficazes de controlar o crime. Segundo John Locke, filósofo inglês, o Estado deve cumprir com o Contrato Social, de forma a garantir os direitos de seus cidadãos. Em conformidade a esse pensamento, são necessárias ações de incentivo ao avanço da segurança social, por meio do desenvolvimento tecnológico. Com isso, a população terá seus direitos efetivados com o potencial do aumento da segurança a partir das inteligências artificiais, por exemplo.
Ademais, os problemas oriundos da criminalidade tem sido cada vez mais rotineiros. Segundo Hannah Arendt, filósofa alemã, a banalidade do mal ocorre quando a sociedade pertence a um contexto problemático que se encaixa as suas rotinas, de modo que é visto como normalidade. Com isso, a falta de medidas eficazes de segurança contribuem no aumento do número de crimes. Dessa maneira, para contrapor tão perspectiva, o saber técnico aumenta o controle das práticas ilegais, com isso, a tecnologia é eficiente, tendo em mente que, mesmo no cotidiano da população, a partir de câmeras e softwares avançados, é possível barrar a banalidade desse mal.
Portanto, medidas são necessárias para amenizar as conjunturas. Nesse sentido, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve criar centros de incentivos às tecnologias que combatam práticas criminosas, por meio de bolsas para o financiamento de projetos, de modo a incentivar o desenvolvimento de inteligência artificiais, conhecer novas ideias e aperfeiçoar as existentes, a fim de aumentar os níveis de segurança e promover um país protegido a partir do saber Técnico-Científico-Informacional.