A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 15/06/2020

Uso Exacerbado da Tecnologia na Segurança

A segurança parece mais frequente no cotidiano do brasileiro com o passar do tempo, afinal a tecnologia nesse setor possui avanços consideráveis, como drones, rastreadores, câmeras, entre outros.

Em 2015, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) criou um sistema de implantação de chips em automóveis, assim o Governo Federal teria acesso a diversos dados de veículos brasileiros, inclusive a localização em tempo real dos mesmos. A proposta foi barrada antes de ser exercida em todo o território nacional, pois foi concluído que feriria a privacidade dos cidadãos.

À proporção que essas tecnologias aumentam, pode-se refletir que a sociedade abandona aos poucos sua liberdade em pról da segurança, recorrendo em demasia ao setor privado para isso. O setor público possui um poder limitado nesse quesito, afinal há um cuidado em excesso para que a privacidade de cada um não seja invadida ou ferida. Também não existe uma lei que determine ao Estado o dever de comprar câmeras de segurança, por exemplo.

Para que os cidadãos não sofressem a necessidade de recorrer ao setor privado e muitas vezes, expusessem sua vida pessoal à desconhecidos, o Estado deveria colocar policiais em maior quantidade nas ruas, pois a população paga impostos que são destinados a esses servidores e não deveria recorrer à tecnologia para se sentir minimamente segura.