A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 16/06/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito a segurança e ao bem-estar social. Ocasionalmente, a tecnologia é uma forte aliado a essa causa, ou seja, no combate à criminalidade. Porém isso não ocorre de forma significativa no Brasil. Quando o indivíduo adquire essas ferramentas para sua proteção, ele acaba sendo desamparado pela ausência de compartilhamento de dados entre indivíduo e setor público. Fazendo com que, essa técnica solitária, seja ineficaz ao combate do crime. Ademais, a perpetuação desse problema é devido a má imagem que o governo possui em relação aos indivíduos.
Primeiramente é importante destacar o porquê do empasse. Diferencialmente ao que foi dito por Jonh Lock, que é crucial a intervenção do estado quando está ameaçada a propriedade privada do indivíduo, no Brasil não há essa assistência. À medida que o indivíduo busca por utensílios para sua guarda, ele espera que com esse investimento possa resultar em maior tranquilidade. Contudo sem ajuda policial no monitoramento, para que assim, possa ser analisado por pessoas que tenham experiência nesses processos, ao ocorrer a criminalidade, o ser detém-se em completo desamparo.
Seguidamente, vale também ressaltar os motivos que impede a resolução do problema. Certamente o que impede a melhor eficiência nesse processo é a forma preconceituosa das pessoas avaliarem o serviço público como ineficiente e sem necessidade. Em resposta a essa afirmação, o governo não tende a contribuir para melhor aproveitamento da modernização disponibilizada pelo cidadão. Abandonando assim, o pensamento de Thomas More, que é dever do estado garantir a harmonia da sociedade.
Portanto, é mister que o estado tome as devidas atitudes para amenizar o empecilho. Urge assim que o ministério da Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, órgão que pertence à administração direta do governo federal, melhore a disponibilidade de dados entre civis e justiça. Por meio de um decreto que seja organizado com o apoio do poder judiciário que faça a venda, em conjunto, de tecnologias criminais e um aplicativo obrigatório do governo; a fim de que este utilize dos dados fornecidos pela inteligência para um acompanhamento mais eficiente. Para que dessa forma, as pessoas possam interagir melhor com o estado e concretize o ensinamento de Jonh Lock e Thomas More.