A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 15/06/2020
O exponencial crescimento da criminalidade vem aterrorizando a população, a frustração da perda de um bem material em um assalto é insignificante comparada ao trauma psicológico que esse causa na vítima. Assim sendo, em pleno século da tecnologia, observar-se ferramentas sofisticadas que aliadas ao treinamento de agentes da segurança pública e privada para seu manuseio se tornam um auxílio para inibir o crime ou até mesmo como prova para punir o delinquente.
A princípio, urge destacar, que a criação de câmeras de vídeo monitoramento, alarmes, cercas elétricas e outros aparelhos tecnológicos de segurança são pouco eficientes quando não há um individuo treinado para seu manuseio, pois, um alarme disparado ou uma filmagem de um delito não são por si suficientes, caso não tenha um profissional responsável para inibição do delito. Logo, o meio arcaico de segurança, utilizado séculos passados, como vigilante, guarda ou policial são ainda essências para o diminuição da criminalidade.
Deve-se dizer ainda que, o número desses profissionais não crescem proporcionalmente ao número de delitos, segundo o Sindipol, sindicado da policia civil do Espirito Santo, o efetivo da corporação nos últimos 20 anos diminuiu cerca de quarenta e três porcento e da população do mesmo estado cresceu trinta e oito porcento como também o número de delitos cresceu quarenta e seis porcento. Logo com a dificuldade financeira dos Estados, que é o principal responsável pelo combate da criminalidade, fica cada vez mais inviável a contratação de agentes pela falta de verba, então a tecnológica vem sendo uma grande auxiliadora para amplificar a eficácia dos agentes que estão em exercício, um exemplo é criação de centros de vídeo monitoramento onde um agente apenas é capaz de monitorar várias câmeras no mesmo instante.
Percebe-se, pois, que a tecnologia auxilia o serviço desses agentes de segurança, possibilitando-o ser mais eficiente no combate a criminalidade e suprindo assim a falta de efetivo das corporações.