A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 07/07/2020

Após a Terceira Revolução Industrial, também chamada de Revolução Informacional, ocorreu uma grande difusão de novas tecnologias. Essas, por sua vez, podem ser empregadas em diversos setores sociais, por exemplo, na segurança pública no combate à criminalidade. No entanto, em alguns países, como o Brasil, nota-se a carência de equipamentos modernos. Dessa forma, é imperioso ressaltar que existe uma falsa sensação de segurança.

Nesse contexto, a utilização da tecnologia não substitui atitudes preventivas, como a melhoria do sistema de educação e a diminuição da taxa de desemprego. Nesse viés, compreende-se, a partir da ideia da Tábula Rasa de John Locke, que a menta humana é inicialmente um vazio e, desse modo, a carência no setor educacional é um dos fatores que resulta no aumento da criminalidade. Diante disso, é necessário analisar a estrutura da sociedade para diminuir o índice do crime.

Logo, há uma conjunção causal, o qual David Hume explica que o acaso não existe, assim, a ação de infringir a lei demonstra a escassez em outros sistemas públicos. Somado a isso, tem-se que a tecnologia facilita a identificação  do criminoso, mas não necessariamente evita o ato criminal. Ademais, muitas pessoas optam por instalar câmeras em suas residências, entretanto, é preciso uma ação conjunta com o governo para diminuir o crime.

Portanto, é evidente que o governo de cada município fiscalize os órgãos de monitoramento público, como o BIPTEL que é o órgão de segurança e inteligência em Rondonópolis. Além disso, é necessário apoio do governo estadual para que ocorra investimentos em mecanismos de ponta, com câmeras de alta resolução, melhorando o sistema de segurança pública. Não obstante, é essencial aperfeiçoar o sistema de ensino e oferecer oportunidades de emprego por meio de obras públicas que, segundo o modelo keynesiano, oferecem um emprego temporário e garante a modernização da cidade.