A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 18/08/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a Eixo Social (segurança) e ao bem-estar social.Conquanto, os obstáculos para oficializar o real valor da tecnologia no combate à criminalidade impossibilita que grande parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, os desafios como, a falta de investimento do Estado em tecnologias de ponta e a falta de incentivo que a população recebe para utilizarem desse recurso para autoproteção, devem ser superados de imediato para que uma sociedade íntegra seja alcançada.

Em primeira análise, de modo análogo a teoria da ação social racional relacionada afins do sociólogo Max Weber, observa-se que, grande parte dos políticos brasileiros têm como objetivo o benefício pessoal. Contudo, ocorre um redirecionamento do dinheiro que deveria ser investido em mais avanços tecnológicos na área criminalística, o que alavancaria uma grande redução de crime, além de poder ser usada no campo de banco de dados de perfis genéticos, o que possibilitaria um grande avanço na tecnologia como auxiliadora no combate e prevenção de crimes.

Em segunda análise, ainda vale salientar que, no filme americano Velozes e Furiosos 7 que conta com a direção de James Wan, relata que, um objeto tecnológico com o nome de “olho de Deus” seria possível captar qualquer rosto em qualquer lugar do mundo em poucos segundos e descobrir onde esta pessoa com sua localidade bem precisa, pode ser usado como exemplo do quanto a tecnologia é eficiente no combate ao crime. Diante de tal contexto, ainda assim, não se vê propagandas publicitarias incentivando que a população que também obtenha em suas residências ou empresas meios de segurança, advertindo o quanto podem ser eficientes, o que demostra o quanto o assunto não tem o destaque merecido.

Em face dessa análise, urge, portanto, que medidas devem ser tomadas para diminuir as problemáticas. Compete, às Secretárias de Segurança Pública, com a ajuda da Polícia Federal como órgão investigativo, investigar o fluxo de dinheiro público para destiná-lo a investimentos na área de combate ao crime, por meio de punições mais severas, com foco de impossibilitar o desvio desses recursos. Somando-se a isso, a criação de propagandas publicitárias incentivando e mostrando a população como pequenos meios tecnológicos podem evitar crimes em diferentes lugares, os incentivando a usar câmeras, alarmes e outros meios. Por conseguinte, ocorrerá a diminuição das consequências da Mazela, o que permitirá uma sociedade que se sobre sai na questão do uso da tecnologia para combater a criminalidade.