A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 21/08/2020

Na distopia 1984 de George Orwell, observa-se a profunda vigilância realizada por meio de equipamentos tecnológicos, a exemplo das teletelas, câmeras e microfones, com o intuito de evitar o “duplipensar” e a “crimideia” contra o Estado. Nesse sentido, a tecnologia auxilia no combate à criminalidade, de forma a detalhar as situações ocorridas, amenizando impasses de tensão mundial, como ataques terroristas e ampliando a justiça efetiva, o que deve ser colocado em vigor.

Nesse contexto, os avanços afetariam significativamente a prática de crimes virtuais e ataques de fundamentalistas islâmicos, tendo em vista que a maioria deles são organizados via internet. Com o uso da criptografia de mensagens e comunicações em redes sociais, bem como pela análise de busca em sites de pesquisa, os criminosos seriam detidos, anteriormente à uma possível investida. Dessa forma, essas medidas seriam responsáveis por diminuir a tensão no mundo todo.

Outrossim, é cotidiano que alguns infratores não sejam punidos e passem por negligências, enquanto outros sejam penalizados inocentemente. Assim sendo, a utilização de câmeras e drones colaboram para que a real situação seja retratada e julgada de forma responsável. Para Anthony Giddens, a ação é o que ressignifica a estrutura da sociedade. Logo, para que tenha-se uma sociedade justa, as punições devem concordar com aquilo que se quer construir.

Portanto, é necessário que esses avanços sejam aplicados. Para isso, uma medida proposta é a diminuição de impostos pelo Governo em produtos de vigilância, como câmeras e radares, incentivando a população na compra para o aumento da segurança e movimentação econômica. Ademais, as empresas responsáveis por plataformas digitais e de streaming, devem tomar medidas como o uso da criptografia e análise de informações nas redes sociais, a fim de que os agentes sociais possam reestruturar a sociedade, a tornando mais segura e justa.