A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 31/08/2020

“Arpanet” criada durante a Guerra Fria em 1969 e hoje conhecida como Internet, revolucionou as formas de comunicação interpessoal e de espionagem. Sendo assim, hodiernamente essa rede impacta a sociedade em diversos aspectos, um deles é no combate a criminalidade por meio de exames de DNA e aparatos tecnológicos. Entretanto, obstáculos como a falta de investimento comprometem o avanço dessa tecnologia a favor da segurança civil.

Em primeiro plano, a tecnologia é primordial em casos de reconhecimento facial e genético. A prova disso é que no Brasil todos os estados contam com auxilio da tecnologia laboratorial de genética forense e houve um aumento do número de perfis genéticos cadastrados em 2019, o que auxilia na elucidação de casos criminais. Ademais, o uso de câmeras e alarmes em prédios e casas denunciam a necessidade da tecnologia no combate à criminalidade.

Outrossim, após a industrialização e a grande demanda de migração das zonas rurais para as cidades, a construção de muros altos e o uso de tecnologia privada isolou a violência nas ruas. Exemplo disso é o investimento da população na própria proteção uma vez que o sistema público de combate ao crime é falho e conta com pouco investimento, dificultando o acesso da polícia em condomínios fechados e aumentando a criminalidade na cidade.

Dessa forma, cabe que a Lei n° 13.675 que institui um Sistema Único de Segurança Pública seja executada e fiscalizada pelo Poder Judiciário fazendo que dessa forma os cidadãos estejam inseridos e tenham ciência da segurança que tem direito, através de palestras de profissionais da justiça e segurança. Além disso, é necessário o investimento do dinheiro público em tecnologias como de câmeras com imagem de qualidade para análise facial nas ruas e patrulhamento eficaz nos centros e em bairros periféricos para que a segurança de todos seja garantida. Tomando essas medidas as taxas de criminalidade no Brasil poderão diminuir.