A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 31/08/2020
O filme “Anon”, retrata uma realidade futurista em que a tecnologia é um importante aliado no combate à criminalidade. Trazendo para a realidade, no Brasil não é diferente, já que esta ciência vem sendo de bastante ajuda para segurança pública. Porém, existem alguns impasses para que isso ocorra de maneira eficaz, sendo um deles o auto custo das tecnologias e a falta de investimento.
Primeiramente, é notório que o auto custo tecnológico impede que a utilização de tal ciência seja de boa qualidade. Prova disso é que, de acordo com o NSC Total, Santa Catarina foi responsável por desenvolver o aplicativo PMSC Mobile, aplicativo esse que permite a impressão imediata dos boletins de ocorrência. O Sargento de Água Doce, Luciano Kotwiski informou que a polícia investiu cerca de R$ 15 mil reais no PMSC Mobile. Sendo assim, é perceptível que os gastos que se tem com as tecnologias implantadas são bastante altos.
Além disso, nota-se também que a falta de investimento também é um empecilho para essa ciência. Segunda a revista Época Negócios, o Brasil está consolidando um dos maiores atrasos científicos de sua história. Ainda nesse pesquisa, a revista mostra que no ano de 2010 o investimento em relação a tecnologia e ciência foi de R$ 10 bilhões, valor este que passou para R$ 4,8 bilhões em 2017 e R$ 1,4 bilhão em 2018. Sendo assim, percebe-se que a redução de investimentos vem se tornando maior ao longo dos anos, e tornando o uso de tecnologias cada vez mais escasso no combate à criminalidade.
Diante dos fatos apontados é possível perceber que o auto custo dos mecanismos tecnológicos e a falta de investimentos, dificultam ainda mais o uso da tecnologia no combate à criminalidade. Portanto, cabe ao governo federal garantir o envio de verbas suficientes para suprir a demanda tecnológica por parte da segurança pública. Somente quando as devidas providências forem tomadas, a utilização de tecnologia será eficaz.