A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 31/08/2020

De acordo com Steven Jobs, “a tecnologia move o mundo”. Desse modo, é possível relatar os efeitos que a tecnologia tem sobre a sociedade brasileira. Um exemplo disso é o combate à criminalidade, que, desde a implantação dessas novas técnicas, vem crescendo nas últimas décadas. Porém, existem alguns impasses que atrapalham na formação dessa engenharia, como a falta de recursos para manter essa inovação e o mito de que essa técnica seja suficiente para combater os crimes.

Primeiramente, um dos problemas é a falta de recursos para manter e instalar essas inovações. Então, sendo assim, isso para a ser um dever do Estado garantir a proteção da população como diz a Constituição Cidadã de 1988, “a população tem direito à segurança e liberdade”. Porém, eles não cumprem com suas obrigações e cabe às pessoas arcarem com tais custos para serem mantidas em preservação. Assim, a sociedade acha que instalando apenas câmeras de segurança e alarmes estarão seguras e acabam menosprezando a função do agente de segurança, visto que ao presenciarem situações de perigo, não acionam a polícia por que acham que estão seguras.

Outrossim, é o mito de que tal inovação seja suficiente para o combate à criminalidade. Segundo Darwin, “o ser humano está em constante processo de evolução”. Tendo isso como base, é possível notar que, as pessoas precisam desse recurso para sobreviver e ter uma vida com menos perigos, já que o ser humano não consegue mais se autodefender sozinho. O uso de sistemas de alarmes e câmeras em bancos e prédios instalados pelo Governo mostram que sem esses recursos, os locais citados estariam em perigo, sendo que sem esses sistemas não daria para se auto proteger, pois são locais que exigem extrema segurança.

Portanto, a falta de recursos para manter tais tecnologias e o ilusão de a técnica seja suficiente para a segurança ainda são impasses para combater a criminalidade. Dessa forma, uma medida viável para amenizar a situação seria que o Estado invista em sistemas de segurança que monitorem os locais públicos de maior movimentação e abram mais concursos públicos para policiais que patrulhem ruas e conversem com a população para que eles se sintam mais seguros. Ademais, deve-se promover debates e palestras em locais abertos e de fácil acesso, com profissionais da área de segurança pública, para aqueles interessados em utilizar tecnologias de monitoramento em sua residência. Dessa forma, a população estará em segurança.