A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 01/09/2020
No universo Marvel, a armadura do Homem de Ferro, criada por Tony Stark, é a união de alta tecnologia e poder bélico para proteção civil. Fora do mundo cinematográfico, a modernidade vem sendo útil à defesa urbana por meio de monitoramento social e facilidade na comunicação militar. Dessa maneira, tal prática tem se tornado cada vez mais requisitada no território nacional, seja pelo aumento do poder pararelo, seja pela ineficiência das práticas ainda vigentes e, consequentemente, o anseio por mudança tecnológica.
Em primeiro lugar, os procedimentos de proteção, no Brasil, são marcados separação social que provocam um aumento do poder pararelo. Exemplificando, um jovem negro na periferia do Rio de Janeiro, se não tiver apoio social para romper sua realidade e mudar de vida, viverá em um ambiente propicio há propagação das mazelas sociais e buscará o crime para mudar suas condições de existência, enquanto quem está em camadas sociais mais altas não passará por essa mudança abruta. À vista disso, o Brasil se torna um dos países com maiores taxas de criminalidade e maiores desigualdades do mundo, segundo os estudos da BBC News Brasil.
Por conseguinte, dada a formação de uma sociedade inclinada à transformação ideológica pela falta de recursos e segregação racial, as práticas de justiça se tornam obsoletas. Isso ocorre porque se fundamenta uma visão de falta de poder para aqueles quem deveriam possuir, mas não o possuem e, como efeito, há uma demanda por novas tecnologias que ajudarão ao combate à criminalidade. Dessa forma, há a colocação de câmeras para ajudar na vigilância das cidades, aumento da comunicações entre os policiais e uma maior aparição de aparelhos modernos para manter a segurança, porém a raiz do problema ainda não é tratada, fazendo que o país necessite sempre de mais fontes de tecnologias, enquanto o poder pararelo cresce simultaneamente.
Portanto, para que haja um aumento do uso da tecnologia ao combate à criminalidade, urge o Ministério da Educação se una com as polícias federais de cada estado para que os dois, em parceria, façam esse trabalho em duas partes. Na primeira parte, o Ministério da Educação dará apoio acadêmico para pessoas que não tem condições de se manterem e elas façam aplicações de seus conhecimentos para formação de novas tecnologias. Na segunda parte, as polícias federais usariam, no cotidiano, as novas tecnologias produzidas, então diminuiria o índice de criminalidade social e aumentaria o uso de tecnologias. Somente assim, o Brasil conseguirá, aos poucos, se tornar um país tecnológico, com baixas taxas de formação criminal e que use mecanismos modernos contra à criminalidade, como o Tony Stark usou criando o Homem de Ferro.