A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 01/09/2020

A cada dia, novos recursos tecnológicos surgem para provar que o homem, além de criador, é também o adaptador desses avanços. Ao mesmo tempo, em que facilitam à dinâmica e processo de trabalho, podem substituir algumas atividades que, não distante, necessitavam da atuação humana. Essa tecnologia, hoje, está interligada por todo lugar desde sistemas de proteção para casas até usinas nucleares. Nesse viés, a tecnologia no combate à criminalidade está se tornando um meio eficaz e prático de proteção. Entretanto, a promessa de segurança passa a ser perigo, devido vírus virtuais e a empresas que invadem a privacidade de seus usuários.

Primeiramente, deve-se destacar que o ‘‘virus da web’’ é um dos principais entraves quando se trata do combate à criminalidade. Isso se torna claro ao analisar dados do site cartilha, que pôs, paradoxalmente, o Brasil como um dos maiores “malwares” conhecido também por códigos maliciosos, contudo, em destaque negativo. Continuamente, após uma pessoa conectada tudo está exposto, desde dados virtuais de contas bancárias até o sistema de segurança de sua casa. Dessa forma, os métodos de segurança tecnológicos ainda não conseguem lidar com o hackeamento de sistemas, assim, passando aos seus clientes um produto que na verdade passa uma falsa segurança.

Outroassim, além do vírus virtual, grandes empresas do mundo têm graves casos de invasão de privacidade de seus usuários ou até mesmo a venda de dados para outras empresas. Ademais, Google e principalmente Facebook tem casos de violação de privacidade, venda e coleta ilegal dos dados. Prontamente, os casos que chegaram na justiça foram rapidamente resolvidos. Essa falta de importância concedida pelas justiças do mundo lembra a Alemanha que desobedecia ordens em que seus mandantes deixavam acontecer, posteriormente veio ocorrer a Segunda Guerra Mundial. Dessa maneira, a privacidade do civil comum não recebe a devida importância e é exposta e vendida por empresas que seguem impunes.

Assim sendo, fica claro a fragilidade dos sistemas de segurança e a falta de segurança dos usuários na “internet”. Portanto, faz-se necessário que os países em parceria com a ONU promovam uma lei universal visando o direito a privacidade de qualquer cidadão e reprimindo duramente quem não respeita-lá e projetos de desenvolvimento tecnológico de segurança em conjunto entre os países. Nesse sentido, a falta de segurança virtual deixará de ser utópico na sociedade brasileira.