A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/09/2020
No filme Chappie, em um futuro próximo, a polícia é substituída por robôs ultraresistentes e adaptados com inteligência artificial, familiarizados para permitirem a segurança e proteção de todos os civis da região. Contudo, na situação atual, é notório que a dependência absoluta de tecnologias conta a segregação pode ocasionar não só a interferência de hackers criminais nos sistemas cibernéticos, como também a negligência de técnicos especializados na implantação de softwares de vigilância. Tais circunstâncias permitem a vulnerabilidade destes.
Em particular, é importante notar que existem decodificadores em sistemas de segurança profissional. Além disso, tais programas de vigilância não contam com meios de proteção suficientes para interceptar a entrada de entidades lesivas, o que leva ao colapso do sistema com estritos mecanismos técnicos.
Vale ressaltar que um dos principais motivos para o avanço contínuo da tecnologia é o combate à natureza criminosa do uso desta ferramenta e aos danos que ela pode causar a indivíduos que não estão preparados para responder as tais ameaças, como “hackers” atacando servidores públicos e privados, vazamento ou roubo de informações e métodos de contornar a identificação de indivíduos, como senhas e dados biométricos.
Diante dos fatores acima, é compreensível que, além do monitoramento adequado desses danos, se não for feita uma determinada abordagem preventiva para os possíveis danos, não bastem os avanços em tornar a tecnologia um meio de proteção mais eficaz. Não existe uma falsa sensação de segurança.