A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 22/09/2020
Com a Terceira Revolução Industrial, a tecnologia alastrou-se e até então é utilizada com muita intensidade no corpo social. Com efeito, os artifícios técnicos podem ser utilizados para mediar problemas decorrentes na sociedade, tais como a criminalidade. Sob esse viés, urge analisar como o meio técnico-científico auxilia nesse processo e a segurança que esse mecanismo oferece à população nos dias atuais.
Em primeiro plano, convém destacar que a criminalidade no cenário mundial constitui o cotidiano de muitas comunidades. Nesse contexto, artifícios de inteligência como câmeras, alarmes de segurança, drones e sistemas de reconhecimento facial fazem-se essenciais na revelação dos criminosos e facilita a punição, e consequentemente a redução desses acontecimentos. Entretanto, embora combater a criminalidade seja um dever estatal, enquadra-se também às empresas privadas a execução de medidas de seguridade por meio da obtenção de recursos que auxiliem a superação desse problema.
Cabe também ressaltar, em segundo plano, a segurança proporcionada aos cidadãos por meio da tecnologia como recorrente no âmbito nacional. Logo, um exemplo disso é o GPS- Sistema de Posicionamento Global-, recurso presente nos celulares e outros dispositivos recentes que permitem ativar a localização em tempo real. Dessa maneira, caso o aparelho seja roubado, torna-se mais fácil assegurar os bens pessoais. Além disso, a garantia de defesa estende-se aos profissionais atuantes na área de investigação e policiamento, visto que as ferramentas tecnológicas os privam de corres riscos em situações perigosas.
Portanto, a tecnologia porta atuação essencial no combate à criminalidade e proporciona seguridade à todas as esferas sociais. No entanto, é mister que o governo forneça investimento para a inserção de recursos de vídeo-monitoramento ao corpo policial a fim de que o mesmo desempenhe serviços mais eficazes e encontre-se mais distante de exposições ameaçadoras. Ademais, é fundamental que a população, representada tanto pelas empresas privadas quanto pelos outros cidadãos, participem do processo por meio da disposição de câmeras em estabelecimentos locais e comerciais com o fito de auxiliar os investigadores. Nessa conjuntura, espera-se minar os crimes.