A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 29/09/2020
De acordo com o sociólogo Durkheim, a sociedade funciona como um corpo biológico, pois, assim como este, é formada por partes que interagem entre si. Nesse contexto, fica claro que, ao mesmo modo de um organismo, o corpo social precisa de que todas as suas partes funcionem em harmonia para não entrar em colapso. Contudo, é preciso admitir que a tecnologia no combate contra a criminalidade passa por muitos desafios, por isso, faz-se necessário o debate sobre a aplicação dos direitos constitucionais e a implementação de medidas efetivas para reverter tal cenário.
É perceptível que, no caso do Brasil, a questão constitucional esteja entre as causas do problema. De acordo com Aristóteles, a justiça deve ser utilizada para que, por meio da aplicação plena das leis(as quais devem prezar as virtudes éticas), o equilíbrio seja alcançado no meio social. A influência da tecnologia tem sido muito positiva na prevenção de crimes e vem reforçado muito o trabalho das polícias, que são muito beneficiadas ao tentar capturar um criminoso.
Em conformidade com Max Weber, as experiências pessoais influenciam mais nas ações dos indivíduos do que as regras gerais. Ao seguir esse pensamento, vemos que o Brasil tem uma dificuldade de investir em tecnologias, pois o governo não as valoriza adequadamente e priorizam outras coisas ao invés de fortificar a tecnologia para ajudar os investigadores a solucionar crimes que seriam mais fáceis de serem solucionados com tecnologia de segurança.
Portanto, diante de todos os fatos expostos, é de extrema importância atitudes que visam soluções para o impasse. Sendo assim, cabe ao governo federal investir na implementação tecnológica no combate ao crime e colocar verbas nesse setor. Cabe também aos cidadãos brasileiros que tiverem condições, instalarem equipamentos tecnológicos de segurança em suas empresas ou casas, para que a segurança no país seja cada vez mais eficaz e no futuro o Brasil se torne um país mais desenvolvido socialmente.