A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/10/2020

Na música “O Cachimbo da Paz”, de Gabriel Pensador, é reportada, logo nos primeiros versos, uma crítica ao crescimento da criminalidade nas cidades. Fora da lírica, a realidade pouco muda, uma vez que os delitos ainda tendem ao crescimento expressivo nos grandes centros urbanos. Essa problemática, por sua vez, é refletida na carência de tecnologias complacentes no combate ao crime, o que abre caminho para um aumento no número de infrações.

Nesse sentido, torna-se válido ressaltar que é de suma importância a presença de uma estrutura tecnológica, eficaz e atualizada, que auxilie as autoridades de segurança em suas operações. Entretanto, quando há uma carência, e até mesmo uma inexistência desses recursos, não apenas o trabalho dos policiais e delegados é prejudicado, mas também a segurança da sociedade. Além disso, uma vez presente, a tecnologia precisa atuar com procedimentos qualificados e com constantes supervisões para que a segurança seja garantida.

Nesse mesmo prisma, o aumento da criminalidade, na sociedade, é favorecido pelo desprovimento de artifícios tecnológicos. A exemplo disso, a Polícia Civil do Paraná, em março de 2020, teve uma de suas investigações criminais comprometidas, devido à falta de estrutura efetiva que ampare o trabalho investigativo, podendo demorar, como naquele caso, até 5 anos para ser solucionada. Por conseguinte, diante dessa brecha que a falta de recursos técnicos abre, a marginalidade tende ao crescimento, o que é inadmissível na vida em sociedade.

Portanto, infere-se que a insuficiência de recursos tecnológicos que cooperem com o combate à criminalidade é um fator que propicia, infelizmente, no aumento dos delitos. Logo, cabe ao poder público disponibilizar tecnologias atualizadas, como drones e computadores especiais, aos policiais e delegados, bem como cursos para capacitação,  para que o trabalho da segurança fique mais eficaz, com constantes monitoramentos, com o fito de garantir a segurança de toda a sociedade.