A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/10/2020

Com a Terceira Revolução Industrial e a crescente globalização, as novas tecnologias passaram a favorecer a sociedade e a gerar mudanças que facilitaram hábitos do cotidiano. Dessa forma, os recursos que surgiram gerou uma maior rapidez na circulação de informações, além de permitirem inovações que contribuem no ensino, no combate à criminalidade e, consequentemente, influem na qualidade de vida das pessoas. Contudo, tais avanços recebem poucos investimentos por parte do setor público e ainda são pouco explorados no país. Em primeiro plano, é válido analisar a fala do empresário Steve Jobs, que afirmava que a tecnologia move o mundo. Assim, é notório que a sociedade passou a evoluir de maneira conjunta com a ciência, uma vez que os indivíduos tornaram-se dependentes das inovações tecnocientíficas. Ademais, profissões interligadas com a segurança social foram aprimoradas com o auxílio dos avanços, com o advento de dispositivos e métodos, como câmeras e alarmes, que contribuem no processo de combate à crimes. Porém, para que tais progressos sejam efetivos, se faz necessário investimentos públicos na segurança, o que é negligenciado pela corrupção e gera uma recessão tecnológica no país. Em consequência disso, nota-se que há uma displicência quanto ao cenário da criminalidade. Desse modo, a segurança pública que cabe ao Estado realizar, é acometida pelo descaso, o que transmite a população a responsabilidade desse papel. Assim, os cidadãos passam a arcar com os custos para obterem proteção, mesmo que na Constituição de 1988 ocorra a garantia desse fator, em que diz a população tem direito à segurança e bem-estar social. Outrossim, os profissionais que atuam para a proteção da sociedade se expõe a riscos que poderiam ser evitados se houvessem aparelhos qualificados que ajudassem no monitoramento das ruas. Portanto, medidas são necessárias para minimizar o impasse. O Estado deve investir na segurança por meio da instalação de sistemas e dispositivos em áreas de maior movimento e índices de criminalidade. Destarte, por meio de palestras nas escolas, os profissionais da área de segurança devem conversar com os alunos e familiares, para que auxiliem sobre os equipamentos de monitoramento nas residências como forma de parceria e confiança. Assim, espera-se que haja disponibilidade de recursos tecnológicos que ajudem no combate à criminalidade.