A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/10/2020

No jogo Beholder, o personagem controlável é responsável pela segurança dos moradores de um prédio, contando com vários apetrechos tecnológicos durante a campanha, como câmeras e sensores de movimentos. Na vida real, também há indivíduos que utilizam da tecnologia para garantir a segurança da população e de si próprios.

Com a popularização de aparelhos eletrônicos, muitos se aproveitam da anonimidade na rede para falar e praticar atos hostis, alguns chegando a ser crimes virtuais, sendo os mais comuns a pedofilia, crimes de ódio, apologia ao crime e difamação, segundo o site de notícias virtuais Oficina da Net. Além disso, muitos que são vítimas virtuais acabam desistindo de denunciar por conta da falta de preparo das organizações responsáveis por resolver esses crimes. Isso tudo contribuiu para o Brasil ter ficado em segundo no ranque de crimes cibernéticos.

Por mais que a tecnologia tenha sido uma das causa do aumento de criação de vários crimes, ela também é uma forte ferramenta se utilizada de forma correta, como câmeras de seguranças, responsáveis para reconhecimento de rostos e placas de carro de criminosos, como também para criação de um programa de combate a pornografia infantil. O portal de notícias O Tempo mostra um exemplo do último tópico citado. Um pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais criou um aplicativo capaz de ajudar a polícia a rastrear e identificar conteúdos pornográficos através das faces. O programa provou ser 80% eficaz e começou a ser utilizado pelas autoridades.

Através dos fatos apresentados, acredita ser necessário a criação de investimentos pelo governo para a o incentivo de mais programas como o citado no parágrafo anterior. Além disso, o poder legislativo deveria criar leis mais duras para crimes cibernéticos bárbaros, como a pedofilia. É dever do governo garantir a população confiança que os crimes que sofreram na rede serão resolvidos. Assim, poderemos diminuir os casos desses crimes no país.