A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 30/09/2020
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Entretanto, a criminalidade e a violência, impossibilitam que grande parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada. Desse modo, vale ressaltar que na atualidade, a tecnologia vem se desenvolvendo como uma grande arma de combate às desigualdades da sociedade brasileira atual e aos crescentes índices de violência no país.
Primeiramente, De acordo com Darwin, “o ser humano está em constante processo de evolução”. Á vista disso, é notório que com o passar dos anos, o modo como a sociedade lida com seus problemas sofreu modificações, no que diz respeito ao combate à criminalidade, uma vez que, não é mais suficiente apenas o uso da força humana. Como exemplo, pode ser citada a série americana Supergirl, onde um grupo de agentes do governo, utiliza recursos avançados de reconhecimento facial, para apreender agressores e meliantes. Nesse sentido, no mundo real, por muitas vezes, o auxílio da tecnologia, como as câmeras, e programas de reconhecimento, também se faz necessário, possibilitando maior assertividade e agilidade dos processos criminais.
Outrossim, outro problema é a falta de recursos para instalar e manter essas tecnologias, uma vez que, é dever do Estado garantir que os cidadãos estejam seguros como é dito na Constituição Cidadã de 1988.Contudo, não são todos os estados brasileiros que seguem o exemplo do Distrito Federal, onde em dezenove meses, o número de equipamentos instalados aumentou em 47%. Dessa forma, tornando o DF uma referência para outros estados quando o assunto é solução de crimes violentos. Entretanto, a média geral de homicídios no Brasil ainda é muito elevada, visto que, a taxa é de aproximadamente 31,6 mortes para cada cem mil habitantes. Evidenciando, a ampla necessidade de investimento mais elevados na instalação e manutenção de itens de monitoramento e tecnologias avançadas, a fim de reduzir esses índices.
Portanto, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública investir com maior ênfase em sistemas de segurança que monitorem os locais públicos de maior movimentação, instalando câmeras integradas e de boa qualidade, a fim de garantir maior tranquilidade à população. Também deve-se promover debates e palestras públicas, com profissionais da área de segurança pública, afim de que estes trabalhem em conjunto com a população, para a troca de imagens e informações sobre as localidades, para que assim a tecnologia possa mover o mundo em favor dos que vivem nele.