A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 01/10/2020

O filme “Velozes e Furiosos 7”, demonstra em uma de suas tramas, a disputa pelo domínio do dispositivo chamado “O olho de Deus” criado pela hacker Ramsey. Tal mecanismo, tem como característica localizar diversas pessoas pelo mundo através de câmeras e dados pessoais, possibilitando uma nova forma de combater a criminalidade mas, ao cair em mãos erradas torna-se um perigo para a sociedade. A cena pode servir de exemplo para as situações que ainda ocorrem no cenário atual, pois, o avanço tecnológico pode auxiliar o governo no aumento da segurança da população, mas a corrupção presente no meio das autoridades trazem consigo a falsa sensação de afastamento de todo perigo.

Em primeira análise, a deturpação nesse meio mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Pois, o desvirtuamento das pessoas destinadas a zelar pela segurança da população traz consigo a perda de confiança da sociedade no governo, seja estadual ou federal. Com isso, por mais que a mídia mostre o avanço tecnológico constante no combate à criminalidade não se torna suficiente para os cidadãos acreditarem nessa solução, porque sabem que indivíduos corruptos e milicianos também estão manuseando esses dispositivos.

É importante ressaltar que a modernização na batalha contra a marginalidade, faz com que, os responsáveis pela segurança pública consigam dados dos criminosos, mas também conseguem ter acesso ao de seres humanos do bem. Posto isto o risco de vazamento de informações pessoais aumenta gradativamente, podendo ser então mais um obstáculo para o combate, pois, novamente a corruptos entram em cena porque eles podem utilizar isso para cometer novos atos por fora da lei.       Entretanto, é necessária uma intervenção do Governo Federal com Ministério de Segurança Pública. Um das soluções é uma maior fiscalização na eficiência do sigilo dos dados pessoais presentes nos programas de combate à criminalidade, para que diminua o vazamento de informações para as mãos de pessoas não autorizadas. As autoridades em parceria com o Ministério de Segurança Pública devem criar uma operação para encontrar os agentes que se corromperam ao sistema, e assim consigam combater a corrupção e também ter um uso mais seguro da tecnologia no meio da batalha contra a marginalidade.