A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 01/10/2020

Com Segunda Guerra Mundial, a tecnologia avançou nas áreas de comunicação e saúde, porém não tardou em seguir para outros setores, como o trabalho. Atualmente, ela é utilizada até no combate à criminalidade, mas essa função não é usufruída por todos, uma vez que a falta de investimento governamental e a ausência de reivindicação da população contribui com o problema.

Em primeira análise,  a supressão do Governo em investir na segurança por meio da tecnologia. Consoante a filósofa Hannah Arent, é dever do Estado manter a manutenção da segurança. Nessa sentido, a omissão dele para investir na tecnologia com o fito de combater a criminalidade assume um poder irresponsável que não escolhe facilitar o trabalho dos policiais e os colocam em risco, muitas vezes, nas perseguições.

Outro aspecto relevante é a falta de manifesto da população por manutenção na segurança. Segundo Schopenhauer, o seu conhecimento define sua visão acerca do mundo. Nessa perspectiva, as pessoas que desconhecem o poder  de poder manifestar como um ato democrático de reivindicar seus direitos acabam sendo perpetuadores do problema.

Portanto, medidas são necessárias para erradicar com a falta de investimento financeiro do Governo e a ausência de manifestos. Cabe ao Governo, por meio de verbas governamentais, investir na tecnologia como segurança com a finalidade de combater à criminalidade. Ademais, as mídias digitais deve informar à sociedade sobre seus direitos de  se manifestar, através de canais televisavas, com a finalidade de fazer a população reivindicar seus direitos. Assim, a tecnologia no combate à criminalidade será realizada