A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 02/10/2020
A revolução tecnológica ocorrida no final do século passado, principalmente com o surgimento da Internet, mudou profundamente as práticas sociais contemporâneas. É nesse contexto altamente inovador que o Brasil vem adotando novas tecnologias de combate ao crime que, embora ajudem a reduzir a violência, não têm sido eficazes no Brasil por falta de investimentos governamentais e requisitos claros para o setor. Implemento. Segurança pública nacional. Essas dificuldades vão criar mais insegurança e precisam ser superadas.
Com isso, não há dúvida de que, no Brasil, a negligência da área de prevenção ao crime muitas vezes devido ao uso de tecnologia é um dos motivos desses problemas. Segundo dados da organização não governamental Safernet e da Secretaria Nacional de Segurança Pública, o país carece de equipamentos técnicos, como câmeras, sistemas de identificação e plataformas, e não pode coletar reclamações em estados e municípios, o que já é realidade em outros países. Um exemplo do Reino Unido. Essa situação reflete os escassos recursos investidos pelos órgãos do governo brasileiro na aquisição e manutenção desses recursos preventivos, o que tem levado à obsolescência dos equipamentos de segurança pública urbana e à dificuldade de monitoramento do crime.
Além disso, a desconexão repetida das agências de segurança do país exacerbou a situação. De acordo com o Ministério da Justiça, o Brasil não possui um órgão integrado de combate ao crime que utilize informações obtidas por meio de recursos técnicos em nível nacional. Com base nessas informações, falta investimento público para implantação de ferramentas que auxiliem a polícia, como o aplicativo “PM Mobile” instalado em Santa Catarina, que pode ser usado para troca de informações entre agentes da lei. Insegurança porque não promove a cooperação entre agências de segurança para desmantelar e identificar grupos criminosos.
Portanto, é urgente que o país brasileiro tome medidas diligentes para garantir a implementação efetiva de tecnologia de combate ao crime no país. Portanto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve aprovar auditorias e planos diretores de curto prazo, e por meio de convênios cobrar do estado a compra e manutenção de equipamentos técnicos utilizados para a previdência social, como câmeras e plataformas de segurança. Compile reclamações urbanas para garantir o uso adequado desses recursos e reduzir o crime urbano. Finalmente, os departamentos de segurança pública nacionais e municipais devem desenvolver ferramentas por meio de audiências que permitam aos encarregados da aplicação da lei fortalecer a cooperação no combate ao crime.